11 de dezembro de 2020,hoje o amanhecer, por 131 votos a favor e 117 em contra, Deputados aprovam projeto de lei do aborto na Argentina. Trata-se da meia sançao de projeto que poderá ser aprobado em Senadores, o 28 de dezembro, precisamente o dia dos Santos Inocentes.
Muitas são as reflexões e comentarios sobre isso:
Uma lei de aborto gratuito foi aprobada (por qualquer motivo) e durante 9 meses de gravidez, isso é disfarçado por um texto fraudulento que supostamente permite o aborto em até 14 semanas (o que ainda seria horrível). No entanto, toda mulher pode fazer um aborto após este período apelando um conceito tão elástico como “saúde integral”. “A saúde é um conceito integral que possui três dimensões: física, mental e social, de acordo com o que é estabelecido pela OMS”. “O perigo para a saúde deve ser entendido como a possibilidade de danos à saúde. Não exige a verificação de doença e, nesse sentido, também não deve ser exigido que o perigo seja de determinada intensidade. Será suficiente, com o potencial de comprometimento da saúde, determinar o cenário como uma causa não punível com aborto. O conceito de perigo não exige a configuração do dano, mas sim a sua possível ocorrência” (Resolução 3.158 / 2019, Ministério da Saúde da Nação).
Os políticos argentinos usam mulheres pobres e meninas estrupadas como pretexto para o aborto, quando são responsáveis por terem levado milhões de pessoas à pobreza, também são responsáveis pelo aumento da taxa de criminalidade. A verdade, pelo contrario, é que o poder político é um instrumento dócil das organizaçoes globalistas como o FMI, o Banco Mundial, a OMS-ONU entre outros, eles não fazem isso pelas meninas estrupadas ou pelos pobres, eles fazem esso sob pressão –ou suborno- de organizaçoes internacionais. Esses políticos causaram há décadas uma verdadeira desordem social e moral em que vivemos os argentinos, e agora trazem a receita criminosa do aborto.
Os lideres argentinos não trabalham para eliminar as diferençs entre ricos e pobres em termos de saúde, educaçao, oportunidade de trabalho,etc.Isso só trabalha para igualar ricos e pobres quando se trata do crimen de aborto.
Não importa que as evidencias científicas sejam conclusivas quanto ao início da vida humana na concepção. Eles não se mportan que a Academia Nacional de Medicina afirmou que “destruir um embrião humano significa evitar o nascimento de um ser humano”. Os políticos viram as costas para a realidade cient´fica mais básica.
Oficiliasmo e oposição são iguais: Alberto Fernandez, Cristina Kirchner e as forzas que responderam a Mauricio Macri, junto com o Partido Radical e a ultraesquerda têm notáveis conicidências em relação ao aborto e outras questões morais. O que elles discutem são apenas minúcis administrativas quando se trata de cumprir os mandatos criminosos globalistas como poucas exceções, eles actuam como un bloco.
Não importa que o Código Civil Argentino (art. 19) reconheça o início da pessoa humana no concepçã Não importa que a Constitução Ncional (art.75,inc 22) incorpore tratados internacionais onde a pessoa humana é reconhecida desde a concepção. Não importa que a Argentina tenha aderido ao Pacto de San Jose de Costa Rica em 1984, que reconhece a pessoa desde sua concepção.Não importa que em 1990 a Argentina adiriu à Convenção sobre os Dereitos da Criança, que reconhece como criança “todo ser humano desde o momento da concepção até os 18 anos de idade”. Os políticos dão as costas as leis escritas…por si próprios!
O Estado Argentino já está forçando o aborto para mulheres de baixa renda, conforme uma denuncia recenté a que nos referimos[1].
A principal armadilha neste debate é aceitá-lo. Mantener o debate pelo bem do principio da liberdade de idéias já é uma primeira capitulação moral. Nós, argentinos de bem, não só denunciamos –antes o sobretudo- a própria existencia deste falso debate. Um debate de outra forma desigual e desonesto, a partir do memento em que a condiçao humana das pessoas é debatida, a pesar da rotunda evidênicia científica em contrario. O aborto não é debatido, é combatido.
A legalização do aborto levará a um aumento da taxa de aborto, como mostram as estadístics em todos os países, onde foi aprobado[2] tenta-se pulverizar essa práctica com os rótulos de “dereitos reprodutivvos”, “saúde pública” ou “interrupção da gravidez”, como operações de guerra lingüística. São ficções de linguagem que só tornam o feto invisível.
Os políticos argentinos invocaram repetidamente o arguento de que “os pises do primerio mundo legalizaram o aborto”. Esta é uma falacia argumentativa grosseira: os Estados Unidos emergiram como uma superpotencia mundial em 1945 sem legalizar o aborto, que chega a alguns de seus estados quase 30 anos depois. A Espanha na década de 1970 era uma das dez maiores economías do mundo. Mesmo dentro dos países do chamado primeiro mundo existem diferenças[3]: Alabama condena todo aborto; Giorgia, Ohio, Kentucky, Mississippi e Lousiana condenam o aborto depois de seis semanas, o que na práctica equivale à proibiçao quase total. Arizona, Arkansas e Carolina do Norrte estão retrocedendo nas políticas de aborto. O mesmo Dakota do Norte e D. do Sul. Indiana e Texas também. Estão voltando Missouri e Nebraska também. Pelo contrario, estados como California, Washigton, Nova York e Oregón estão se movendo em uma direçao pró-aborto. Isso mostra que não ha correlação entre ser um país de “primeiro mundo “ e legalizar o aborto.
Com esta lei, os lideres argentinos estão dando mais um passo na destruição da população deste país. Ë um verdadeiro genocidio, configurando o Estado Argentino como um estado terrorista. Se as crianças podem ser desembradas então ¿Por qué estaríamos interesados em proteger outros tipos de dereitos, como liberdade, a propriedade? Hoje os bebes estão à mercê da mulher porque ela é mais forte, amanhã tod fraco será esmagado pelo forte. Argentina esta depondo a lei como esta meia sanção criminosa.
Os políticos argentinos compraram as mentiras dos grupos de aborto, como a falsa cifra de meio milhão de abortos por ano. Nathanson[4] já revelou, há muito tempo, como os ativistas do aborto enflaram os números do aborto, bem como o número de mulheres mortas em aborto clandestinos.
O ministro da saúde da naçao chegou a afirmar que a pessoa por nascer era apenas “um fenómeno” e em um ato fracassado , ele disse: “não há duas vidas aquí como dizem alguns (…) se não fosse assim, estaríamos diante do maior genocidio universal.
Finalmente, a Argentina luta por sua independencia de um grupo de homens de terno e gravata que – das usinas do Poder do Dinheiro Internacional- financiam uma gangue de políticos traiçoeiros para que seja a própria liderança do país que ponha a corda no pescoço da naçao, acabando com a soberanía.
A meia sanção deste projeto e –se Deus permitir- sua futura aprovação configurará uma derrota plítica e moral para a Argentina, sacrificado por seus próprios líderes no altar de Moloch, a antiga divinidade negra em cujas mãos os cananeus ofereceram crianç
Convocamos amigos do tod o mundo para divulgar o que está acontecendo na Argentina. Precisamos de você: precisamos que você se torne um agente multiplicador dessa noticia. A maioria de nossos líderes quer legalizar esse genocidio, fazer negocios com os cadáveres de fetos abortados e colocar o país de joelhos perante a Nova Ordem Mundial. Eles só podem realizar essa massacre se desumanizarem o pessoas por nascer: é por isso que os sonografias são o terror dos abortistas.
Amigos estrangeiros: pela Argentina, pelas famílias argentinas, Ajuden-nos!
Argentina one step away from approving the greatest
universal genocide
Preliminary support for abortion
By Juan Carlos Monedero (h)
December 11, 2020: at dawn, by a margin of 131 to 117 votes, the Chamber of Deputies approved the draft of the abortion law in Argentina. This is the preliminary support of a project that could be approved by Senators, probably on December 28, precisely the day of the Holy Innocents.
Many are the reflections and comments in this regard:
In reality, a bill to allow abortion for any reason or cause, up to the 9 months was passed; disguised in a fraudulent text that supposedly allows abortion only up to 14 weeks (which would still be horrifying). However, every woman may have an abortion after this period claiming “danger to her “integral health””, a concept so elastic that it encompasses anything. “Health is an integral concept that has three dimensions: physical, mental and social, according to what is established by the WHO”. “The danger to health must be understood as the possibility of health damage. It does not require the verification of a disease and, in this sense, it should not be required that the danger be of a specific intensity. It will suffice with the potential for health effects to determine the setting as a cause of non-punishable by abortion. The concept of danger does not require the configuration of damage, but rather its possible occurrence” (Resolution 3158/2019, Ministry of Health of the Nation)
Argentine politicians use poor women and raped girls as a pretext for legalizing abortion, when they are responsible for having led millions of people into poverty as they are also responsible for the increase in crime rates. The truth is that political power is a docile instrument of global organizations such as the IMF, the World Bank, the WHO-UN, among others. Politicians don’t do it for the raped girls or the poor, they do it under pressure -or bribery- from international organizations. These politicians caused a real social and moral disorder, decades ago, a chaos in which we, Argentines, live; and now they bring the criminal “recipe” of abortion as a solution.
Argentine leaders do not work to eliminate the differences between rich and poor in terms of health, education, job opportunities, etc. They only work to equalize the rich and the poor in the crime of abortion.
It does not matter that scientific evidence is conclusive regarding the beginning of human life at conception. They do not care that the National Academy of Medicine has declared that “destroying a human embryo means preventing the birth of a human being”. Politicians turn their backs on the most basic scientific reality.
Officialism and opposition are the same: Alberto Fernández, Cristina Kirchner and the forces that responded to Mauricio Macri, along with the Radical Party and the far-left- wing parties have noticeable coincidences regarding their stands on abortion and other moral issues. What they discuss are just administrative minutiae: when it comes to fulfilling the criminal globalist mandates, with few exceptions, they act as a bloc.
It does not matter that the Argentine Civil Code (art. 19) recognizes the beginning of human personhood at conception. It does not matter that the National Constitution (art. 75, inc. 22) incorporates international treaties, where by the human person is recognized from conception. It does not matter that Argentina has adhered to the Pact of San José de Costa Rica in 1984, which also recognizes human personhood at conception. It does not matter that in 1990 Argentina adhered to the Convention on the Rights of the Child, which recognizes the child as “every human being from the moment of conception to 18 years old”. Politicians turn their backs on laws written… by themselves!
The Argentine State is already forcing abortion for low-income women, as stated in a recent complaint to which we refer[1].
The main trap in this debate is accepting it. Holding the debate for the sake of the principle of “freedom of thought” is already a first moral surrender. Not only do we, Argentines of goodwill, denounce the result of this first approval, but also– and first and above all– the very existence of this false debate; an unfair and dishonest one, whereby the personhood status of embryos is debated despite the fact that there is resounding scientific evidence proving it. Abortion is not debated, it is fought against.
The legalization of abortion will lead to an increase in the abortion rate, as statistics show in all the countries where it has been legally allowed [2]. An attempt is made to spread this practice under the labels of “reproductive rights”, “public health” and “termination of pregnancy”, as operations of linguistic warfare. They are fictions of language that only make the unborn child invisible.
Argentine politicians repeatedly claim that “first world countries have legalized abortion.” It is a vicious argumentative fallacy: the United States emerged as a world superpower in 1945 without having abortion legalized, which only reached some of its states almost 30 years later. Spain in the 1970s was one of the top ten economies in the world. Even within the so-called first world countries there are differences[3]: Alabama condemns all abortions; Georgia, Ohio, Kentucky, Mississippi and Louisiana condemn abortion after six weeks, which in practice amounts to almost total prohibition. Arizona, Arkansas, and North Carolina are stepping back on abortion policies. The same in North and South Dakota. Indiana, Missouri Nebraska and Texas are also retreating. Conversely, states like California, Washington, New York and Oregon are moving in a pro-abortion direction. This shows that there is no correlation between being a “first world” country and legalizing abortion.
With this bill, the leaders of Argentina are taking another step into the destruction of the population of this country. It is a true genocide, designating the Argentine State as a terrorist state. If children can be dismembered, then why would we be interested in protecting other rights such as freedom, property? If babies today are at the mercy of women because they are the strongest, then tomorrow anyone considered a weak person could be also crushed by the strong. Argentina is violating the rights with this preliminary approval in Congress.
Argentine politicians have bought into lies of abortion groups, such as their false figure of half a million abortions per year. Nathanson[4] already revealed, long ago, how abortion activists inflated the abortion numbers, as well as the numbers of women killed in clandestine abortions.
The National Health Minister, Ginés González García, went as far as affirming that the unborn child is only “a phenomenon”. And in a Freudian slip, he said: “Some say that there are two lives in here, this is not the case (…) If it were not so we would be facing the greatest universal genocide”.
Finally, Argentina is fighting for its independence against a group of men in suits and ties who –from the power plants of the International Money Power– finance a gang of treacherous politicians so that it is the country’s own leadership that puts the rope around the neck of the nation, finishing national sovereignty.
The preliminary approval of this bill and -God forbid- its future approval will entail a political and moral defeat for Argentina, sacrificed by its own leaders on the Altar of Moloch, the ancient demonic divinity, in whose honor the Canaanites offered children.
We call on friends from all over the world to spread the word about what is happening in Argentina. We need you: we need you to become multiplier agents of this news. Most of our leaders want to legalize this genocide, do business with the corpses of aborted fetuses and bring the country to its knees before the New World Order. They can only carry out this carnage if they dehumanize the unborn person: that is why ultrasounds are the terror of abortionists. Friends, from abroad: for Argentina, for the Argentine families, help us!
11 dicembre 2020: Questa mattina, con 131 voti favorevoli e 117 contrari, i deputati hanno approvato il progetto di legge sull’aborto in Argentina. Questa è la mezza sanzione di un progetto che potrebbe essere approvato in Senatori, provabilmente il 28 dicembre, proprio il giorno dei Santi Innocenti.
Molte sono le riflessioni e i commenti al riguardo:
È stata approvata una legge di aborto gratuito (per qualsiasi motivo) e durante i 9 mesi di gravidanza; questo è mascherato da un testo fraudolento che presumibilmente consente l’aborto solo fino a 14 settimane (il che sarebbe comunque orribile). Tuttavia, ogni donna potrà abortire dopo questo periodo invocando pericolo della sua “salute integrale”, un concetto così elastico che rachiude qualsiasi cosa. “La salute è un concetto integrale che ha tre dimensioni: fisica, mentale e sociale, secondo quanto stabilito dall’OMS”. “Il pericolo per la salute deve essere inteso come possibilità di danno alla salute. Non richiede l’accertamento di una malattia e, in questo senso, non dovrebbe essere richiesto che il pericolo sia di un’intensità specifica. Sarà sufficiente con il potenziale di effetti sulla salute per determinare l’impostazione come causa di non punibile con l’aborto. Il concetto di pericolo non richiede la configurazione del danno, ma piuttosto la sua possibile insorgenza “(Delibera 3158/2019, Ministero della Salute della Nazione)
I politici argentini usano le donne povere e le ragazze violentate come pretesto per abortire, quando sono responsabili di aver portato milioni di persone nella povertà in quanto responsabili anche dell’aumento del tasso di criminalità. La verità, per il contrario, è che il potere politico è uno strumento docile di organizzazioni globaliste come l’FMI, la Banca Mondiale, l’OMS-ONU, tra gli altri. Non lo fanno per le ragazze violentate o per i poveri, lo fanno sotto la pressione – o la corruzione – delle organizzazioni internazionali. Questi politici hanno causato decenni fa un vero disordine sociale e morale in cui viviamo noi argentini, e ora portano la “ricetta” criminale per l’aborto.
I leader argentini non lavorano per eliminare le differenze tra ricchi e poveri in termini di salute, istruzione, opportunità di lavoro e così via. Funziona solo per equiparare ricchi e poveri quando si tratta del crimine di aborto.
Non importa che le prove scientifiche siano schiaccianti riguardo all’inizio della vita umana al momento del concepimento. A loro non importa che l’Accademia Nazionale di Medicina abbia dichiarato che “distruggere un embrione umano significa impedire la nascita di un essere umano”. I politici voltano le spalle alla realtà scientifica più basilare.
L’ufficialismo e l’opposizione sono la stessa cosa: Alberto Fernández, Cristina Kirchner e le forze che hanno risposto a Mauricio Macri, insieme al Partito Radicale e all’estrema sinistra hanno notevoli coincidenze sull’aborto e altre questioni morali. Ciò di cui discutono sono solo minuzie amministrative: quando si tratta di adempiere ai mandati criminali globalisti, con poche eccezioni, agiscono come un blocco.
Non importa che il codice civile argentino (art. 19) riconosca l’inizio della persona umana al momento del concepimento. Non importa che la Costituzione Nazionale (art. 75, inc. 22) includa trattati internazionali in cui la persona umana è riconosciuta sin dal concepimento. Non importa che l’Argentina abbia aderito al Patto di San José de Costa Rica nel 1984, che riconosce la persona sin dal suo concepimento. Non importa che nel 1990 l’Argentina abbia aderito alla Convenzione sui diritti dell’infanzia, che riconosce come bambino “ogni essere umano dal momento del concepimento fino ai 18 anni di età”. I politici corrono le spalle alle leggi scritte … da soli!
Lo Stato argentino sta già forzando l’aborto per le donne a basso reddito, come affermato in una recente denuncia a cui si fa riferimento[1].
La trappola principale in questo dibattito è accettarlo. Tenere il dibattito per il principio della “libertà di idee” è già una prima capitolazione morale. Noi argentini del bene non solo denunciamo il risultato di questa mezza sanzione, denunciamo -prima e soprattutto- l’esistenza stessa di questo falso dibattito; un dibattito altrimenti ineguale e disonesto, dal momento in cui si discute la condizione umana delle persone nonostante le clamorose prove scientifiche del contrario. L’aborto non si discute, si combatte.
La legalizzazione dell’aborto porterà ad un aumento del tasso di aborto, come mostrano le statistiche in tutti i paesi in cui è stato approvato[2] . Si tenta di spruzzare questa pratica con le etichette di “diritti riproduttivi”, “salute pubblica” o “interruzione della gravidanza”, come operazioni di guerra linguistica. Sono finzioni del linguaggio che rendono invisibile solo il nascituro.
I politici argentini hanno ripetutamente invocato l’argomento che “i paesi del primo mondo hanno legalizzato l’aborto”. Questo è un grossolano errore argomentativo: gli Stati Uniti sono emersi come superpotenza mondiale nel 1945 senza aver legalizzato l’aborto, che ha raggiunto alcuni dei suoi stati quasi 30 anni dopo. La Spagna negli anni ’70 era una delle prime dieci economie del mondo. Anche all’interno dei cosiddetti paesi del Primo Mondo ci sono differenze[3]: l’Alabama condanna tutti gli aborti; Georgia, Ohio, Kentucky, Mississippi e Louisiana condannano l’aborto dopo sei settimane, il che in pratica equivale a un divieto quasi totale. L’Arizona, l’Arkansas e la Carolina del Nord stanno facendo marcia indietro sulle politiche sull’aborto. Lo stesso North Dakota e D. del sud. Anche l’Indiana e il Texas si stanno ritirando. Missouri e Nebraska lo stesso. Al contrario, Stati come la California, Washington, New York e l’Oregon si stanno muovendo nella direzione dell’aborto. Ciò dimostra che non c’è correlazione tra l’essere un paese del “primo mondo” e la legalizzazione dell’aborto.
Con questa legge, i leader dell’Argentina stanno compiendo un altro passo nella distruzione della popolazione di questo paese. È un vero genocidio, che configura lo Stato argentino come uno stato terrorista. Se i bambini possono essere smembrati, allora perché dovremmo essere interessati a proteggere altri tipi di diritti come la libertà, la proprietà? Oggi i bambini sono in balia delle donne perché lei è più forte, domani ogni persona debole sarà schiacciata dal forte. L’Argentina denuncia la legge con questa sanzione semicriminale.
I politici argentini hanno accettato le bugie dei gruppi che praticano l’aborto, come la falsa cifra di mezzo milione di aborti all’anno. Già Nathanson[4] ha rivelato, molto tempo fa, come gli attivisti per l’aborto abbiano gonfiato il numero di aborti, così come il numero di donne uccise in aborti clandestini.
Il ministro della Salute della Nazione, Ginés González García, è arrivato al punto di affermare che il nascituro era solo “un fenomeno”. E in un atto fallito, ha detto: “Non ci sono due vite qui come alcuni dicono (…) Se fosse così, ci troveremmo di fronte al più grande genocidio universale”.
Infine, l’Argentina sta combattendo per la sua indipendenza davanti a un gruppo di uomini in giacca e cravatta che -dalle centrali elettriche dell’International Money Power- finanziano una banda di politici infidi in modo che sia la leadership del paese a mettere la corda intorno al collo della nazione, finendo la sovranità nazionale.
La mezza sanzione di questo progetto e -se Dio lo permette- la sua futura approvazione configureranno una sconfitta politica e morale per l’Argentina, sacrificata dai suoi stessi capi all’Altare di Moloch, l’antica divinità demoniaca, che in suo onore i cananei offrirono bambini.
Chiediamo agli amici di tutto il mondo di spargere la voce su ciò che sta accadendo in Argentina. Abbiamo bisogno di te: abbiamo bisogno che tu diventi agente moltiplicatore di questa notizia. La maggior parte dei nostri leader vuole legalizzare questo genocidio, fare negozi con i cadaveri dei feti abortiti e mettere in ginocchio il Paese davanti al Nuovo Ordine Mondiale. Possono compiere questa carneficina solo se disumanizzano il nascituro: ecco perché le ecografie sono il terrore degli abortisti. Amici dell’estero: per l’Argentina, per le famiglie argentine, aiutateci!
[4] Cfr. https://www.lanacion.com.ar/opinion/el-grito-silencioso-del-aborto-nid1687935/; y https://www.aciprensa.com/recursos/bernard-nathanson-cuando-la-mano-de-dios-alcanzo-al-rey-del-aborto-65 . Il famoso video di Bernard Nathanson “The Silent Scream” può essere visto qui: https://www.youtube.com/watch?v=3jB06pkv17s
11 de diciembre del 2020: a la madrugada, por 131 votos a favor y 117 en contra, la Cámara de Diputados aprobó el proyecto de la ley del aborto en la Argentina. Se trata de la media sanción de un proyecto que podría llegar a aprobarse en Senadores, probablemente el 28 de diciembre, precisamente el día de los Santos Inocentes.
Muchas son las reflexiones y comentarios al respecto:
Se aprobó una ley de aborto libre (por cualquier motivo) y durante los 9 meses de embarazo; esto se disfraza mediante un texto fraudulento que supuestamente habilita el aborto sólo hasta las 14 semanas (lo que igual sería espantoso). Sin embargo, toda mujer podrá abortar luego de este plazo invocando peligro para su “salud integral”, un concepto tan elástico que abarca cualquier cosa. “La salud es un concepto integral que tiene tres dimensiones: física, mental y social, de acuerdo a lo establecido por la OMS”. “El peligro para la salud debe ser entendido como la posibilidadde afectación de la salud. No requiere la constatación de una enfermedad y, en este sentido, no debe exigirse tampoco que el peligro sea de una intensidad determinada. Bastará con la potencialidad de afectación de la salud para determinar el encuadre como causal de no punibilidad para el aborto. El concepto de peligro no exige la configuración de un daño, sino su posible ocurrencia” (Resolución 3158/2019, Ministerio de Salud de la Nación)
Los políticos argentinos utilizan como pretexto del aborto a la mujer pobre y a las niñas violadas, cuando son ellos los responsables de haber llevado a millones de personas a la pobreza como también son ellos responsables del aumento en el índice del delito. La verdad, por el contrario, es que el Poder Político es dócil instrumento de organismos globalistas como el FMI, el Banco Mundial, la OMS-ONU, entre otros. No lo hacen por las niñas violadas o por las pobres, lo hacen bajo la presión –o el soborno– de los organismos internacionales. Estos políticos provocaron hace décadas un auténtico desmadre social y moral en el que los argentinos vivimos, y ahora traen “la receta” criminal del aborto.
Los mandatarios argentinos no trabajan para eliminar las diferencias entre ricos y pobres en cuanto a salud, educación, posibilidades laborales, etc. Sólo se trabaja para igualar ricos y pobres en cuando al crimen del aborto.
No importa que la evidencia científica sea contundente en cuanto al inicio de la vida humana en la concepción. No les importa que la Academia Nacional de Medicina haya declarado que “destruir a un embrión humano significa impedir el nacimiento de un ser humano”. Los políticos se manejan de espaldas a la realidad científica más elemental.
Oficialismo y oposición son lo mismo: Alberto Fernández, Cristina Kirchner y las fuerzas que respondieron a Mauricio Macri, junto con el Partido Radical y la ultraizquierda tienen notables coincidencias en cuanto al aborto y otros temas morales. Lo que discuten son apenas minucias administrativas: a la hora de cumplir los criminales mandatos globalistas, salvo excepciones, actúan en bloque.
No importa que el Código Civil argentino (art. 19) reconozca el comienzo de la persona humana en la concepción. No importa que la Constitución Nacional (art. 75, inc. 22) incorpore tratados internacionales donde se reconoce a la persona humana desde la concepción. No importa que la Argentina se haya adherido en 1984 al Pacto de San José de Costa Rica, que reconoce a la persona desde su concepción. No importa que en 1990 la Argentina se haya adherido a la Convención sobre los Derechos del Niño, que reconoce como niño a “todo ser humano desde el momento de su concepción y hasta los 18 años de edad”. Los políticos se manejan de espaldas a las leyes escritas… ¡por ellos mismos!
El Estado Argentino ya está forzando el aborto para las mujeres de bajos recursos, como lo relata una reciente denuncia a la cual remitimos[1].
La principal trampa en este debate es aceptarlo. Celebrar el debate en aras del principio de “libertad de ideas” es ya una primera claudicación moral. Los argentinos de bien no sólo denunciamos el resultado de esta media sanción, denunciamos –antes y sobre todo– la misma existencia de este falso debate; un debate por lo demás desigual y deshonesto, desde el momento en que se polemiza la condición humana de personas a pesar de la rotunda evidencia científica en contra. El aborto no se debate, se combate.
La legalización del aborto producirá un aumento en la tasa de abortos, tal como las estadísticas lo demuestran en todos los países en que se ha aprobado[2]. Se intenta rociar esta práctica con los rótulos de “derechos reproductivos”, “salud pública” o “interrupción del embarazo”, como operaciones de guerra lingüística. Son ficciones del lenguaje que sólo invisibilizan al niño por nacer.
Los políticos argentinos invocaron en numerosas ocasiones el argumento de que “los países del primer mundo han legalizado el aborto”. Se trata de una grosera falacia argumentativa: Estados Unidos emerge como superpotencia mundial en 1945 sin tener legalizado el aborto, el cual llega a algunos de sus estados casi 30 años después. España en los años 70’ estaba dentro de las primeras diez economías del orbe. Incluso dentro de países del llamado Primer Mundo hay diferencias[3]: Alabama condena todo aborto; Georgia, Ohio, Kentucky, Misisipi y Luisana condenan el aborto a partir de las seis semanas, lo que en la práctica equivale a la casi prohibición total. Arizona, Arkansas y Carolina del Norte están en retroceso en cuanto a políticas aborto. Lo mismo Dakota del Norte y D. del Sur. Indiana y Texas también está retrocediendo. Missouri y Nebraska lo mismo. Por el contrario, estados como California, Washington, Nueva York y Oregón avanzan en sentido pro aborto. Esto demuestra que no hay correlación entre ser un país “del primer mundo” y legalizar el aborto.
Con esta ley, los mandatarios de la Argentina están dando un paso más en la destrucción de la población de este país. Se trata de un auténtico genocidio, configurándose el Estado Argentino como un estado terrorista. Si los niños pueden descuartizarse, entonces ¿por qué nos interesaría proteger otro tipo de derechos tales como la libertad, la propiedad? Hoy los bebés están a merced de la mujer porque ella es más fuerte, mañana toda persona débil podrá ser aplastada por el fuerte. Argentina está deponiendo el Derecho con esta media sanción criminal.
Los políticos argentinos han comprado las mentiras de los grupos abortistas, tales como la falsa cifra del medio millón de abortos por año. Ya Nathanson[4] reveló, hace mucho tiempo, cómo los activistas del aborto inflaban las cifras de abortos, así como también las cifras de mujeres muertas en abortos clandestinos.
El ministro de Salud de la Nación, Ginés González García, llegó a afirmar que la persona por nacer sólo era “un fenómeno”. Y en un acto fallido, dijo: “Acá no hay dos vidas como dicen algunos (…) Si no fuera así, estaríamos ante el mayor genocidio universal”.
Finalmente, Argentina está luchando por su independencia ante un conjunto de señores de saco y corbata que –desde las usinas del Poder Internacional del Dinero– financian a una pandilla de políticos traidores para que sea la propia dirigencia del país la que ponga la soga al cuello a la nación, rematando la soberanía nacional.
La media sanción de este proyecto y –si Dios lo permite– su futura aprobación configurará una derrota política y moral de la Argentina, sacrificada por sus propios dirigentes en el Altar de Moloch, la antigua divinidad demoníaca, en cuyo honor los cananeos ofrecían niños.
Hacemos un llamado a los amigos de todas partes del mundo para que difundan lo que está pasando en la Argentina. Necesitamos de ustedes: necesitamos que se conviertan en agentes multiplicadores de estas noticias. La mayoría de nuestros gobernantes quiere legalizar este genocidio, hacer negocios con los cadáveres de fetos abortados y poner al país de rodillas ante el Nuevo Orden Mundial. Sólo pueden llevar a cabo esta carnicería si deshumanizan a la persona por nacer: por eso las ecografías son el terror de los aborteros. Amigos del exterior: por la Argentina, por las familias argentinas, ¡Ayúdennos!
CARTA ABIERTA AL PRESIDENTE DE LOS ESTADOS UNIDOS DE AMERICA DONALD J. TRUMP
Domingo, 25 de octubre, 2020 Solemnidad de Cristo el Rey.
“Señor Presidente,
Permítame dirigirme a usted en esta hora en la cual el destino del mundo entero está siendo amenazado por una conspiración global contra Dios y la humanidad. Le escribo como Arzobispo, como Sucesor de los Apóstoles, como el ex Nuncio Apostólico para los Estados Unidos de América. Le estoy escribiendo en medio del silencio de las autoridades tanto civiles como religiosas. Acepte mis palabras como la «voz del que llora en el desierto» (Jn 1:23).
Como dije cuando le escribí mi carta en junio, este momento histórico ve las fuerzas del Mal alineadas en una batalla sin cuartel contra las fuerzas del Bien; las fuerzas del Mal que aparecen poderosas y organizadas mientras se oponen a los niños de la Luz, quienes están desorientados y desorganizados, abandonados por sus líderes temporales y espirituales.
A diario sentimos multiplicarse los ataques de aquellos que quieren destruir la base misma de la sociedad: la familia natural, el respeto por la vida humana, el amor por el país, libertad de educación y negocio. Vemos a los líderes de naciones y líderes religiosos complacientes a este suicidio de la cultura Occidental y alma Cristiana, mientras los derechos fundamentales de los ciudadanos y creyentes son negados en el nombre de una emergencia de salud que se está revelando completamente más y más como instrumental al establecimiento de una tiranía inhumana sin rostro.
Un plan global llamado el Gran Reseteo está en marcha. Su arquitecto es una élite global que quiere dominar toda la humanidad, imponiendo medidas coercitivas con las cuales limitar drásticamente las libertades individuales y a aquellos en poblaciones enteras. En varias naciones este plan ya ha sido aprobado y financiado; en otras está aún en una etapa inicial. Detrás de los líderes mundiales quienes son cómplices y ejecutores de este proyecto infernal, hay caracteres inescrupulosos que financian el Foro Económico Mundial y el Evento 201, promoviendo su agenda.
El propósito del Gran Reseteo es la imposición de una dictadura sanitaria apuntando a la imposición de medidas liberticidas, ocultas detrás de promesas tentadoras de asegurar un ingreso universal y cancelando la deuda individual. El precio de esas concesiones del Fondo Monetario Internacional será la renuncia a la propiedad privada y la adherencia a un programa de vacunación Covid-19 y Covid-21 promovido por Bill Gates con la colaboración de los principales grupos farmacéuticos. Más allá de los enormes intereses económicos que motivan a los promotores del Gran Reseteo, la imposición de la vacunación será acompañada de un pasaporte de salud y un ID digital, con el consecuente rastreo de contacto de la población del mundo entero. Aquellos que no acepten esas medidas serán confinados en campos de detención o puestos bajo arresto domiciliario, y todos sus activos serán confiscados.
Sr. Presidente, me imagino que usted ya está consciente de que en algunos países, el Gran Reseteo será activado entre el final de este año y el primer trimestre del 2021. Para ese propósito se han planeado más encierros, los cuales serán oficialmente justificados por una supuesta segunda y tercera ola de pandemia. Usted está muy consciente de las intenciones que han sido desplegadas para sembrar el pánico y legitimizar las limitaciones draconianas a las libertades individuales, provocando ingeniosamente una crisis económica a nivel mundial. En las intenciones de sus arquitectos, esa crisis servirá para hacer irreversible el recurso de las naciones al Gran Reseteo, dando por lo tanto el golpe final a un mundo cuya propia memoria y existencia ellos quieren cancelar completamente. Pero este mundo, Sr. Presidente, incluye personas, afectos, instituciones, fe, cultura, tradiciones e ideales: personas y valores que no actúan como autómatas, quienes no obedecen como máquinas, porque están dotados de un alma y un corazón, que están enlazados por un vínculo espiritual que obtiene su fortaleza de arriba, de ese Dios que nuestros adversarios quieren retar, igual como hizo Lucifer al comienzo de nuestro tiempo con su «non serviam«.
Mucha gente – como bien sabemos – está fastidiada por esa referencia al choque entre el Bien y el Mal y el uso de términos «apocalípticos», los cuales de acuerdo a ellos exasperan los espíritus y agudizan las divisiones. No es sorprendente que el enemigo esté enojado al ser descubierto justo cuando cree que ha alcanzado la ciudad que piensa conquistar sin perturbaciones. Lo que es sorprendente, sin embargo, es que nadie hace sonar la alarma. La reacción del estado profundo a aquellos que denuncian su plan es rota e incoherente, pero comprensible. Justo cuando la complicidad de los Medios Masivos han tenido éxito en la transición al Nuevo Orden Mundial casi sin dolor e inadvertidos, están saliendo a la luz todo tipo de engaños, escándalos y crímenes.
Hasta hace pocos meses, era fácil desprestigiar como «teóricos de conspiración» a aquellos que denunciaban esos planes terribles, los cuales ahora vemos se están llevando a cabo al más pequeño detalle. Nadie, hasta febrero pasado, habría pensado que, en todas nuestras ciudades, los ciudadanos serían arrestados por simplemente querer caminar por la calle, respirar, por querer mantener sus negocios abiertos, por querer ir a la iglesia el domingo. Sin embargo ahora está ocurriendo en todo el mundo, incluso en la pintoresca Italia que muchos estadounidenses consideran ser un pequeño país encantado, con sus antiguos monumentos, sus iglesias, sus ciudades encantadoras, sus características villas. Y mientras los políticos están protegidos dentro de sus palacios promulgando decretos como sátrapas persas, los negocios están fallando, los talleres cerrando, y previenen que la gente viva, viaje, trabaje y ore. Las desastrosas consecuencias psicológicas de esta operación ya se están viendo, empezando con los suicidios de empresarios desesperados y de nuestros niños segregados de sus amigos, compañeros de clases, diciéndoles que sigan sus clases mientras se sientan solos en casa frente a un computador.
En la Sagrada Escritura, San Pablo nos habla de «el que se opone» a la manifestación del misterio de la iniquidad, el kathekon (2 Tesalonicenses 2:6-7). En la esfera religiosa, ese obstáculo al mal es la Iglesia, y en particular el Papado; en la esfera política, son aquellos que impiden el establecimiento del Nuevo Orden Mundial.
Como es claro ahora, el que ocupa la Silla de Pedro ha traicionado su papel desde el mismo inicio para poder defender y promover la ideología globalista, apoyando la agenda de la Iglesia profunda, que lo eligió de sus rangos.
Sr. Presidente, usted ha declarado claramente que quiere defender a la nación – Una nación bajo Dios, libertades fundamentales, y valores no negociables que hoy son negados y contra los que se lucha hoy. Es usted, querido Presidente, quien es «el que se opone» al estado profundo, el asalto final a los niños de la obscuridad.
Por esa razón es necesario que todas las personas de bien sean persuadidas por la importancia de época de las inminentes elecciones: no tanto por el destino de tal o cual programa político, sino debido a la inspiración general de su acción que encarna mejor – en este particular contexto histórico – ese mundo, nuestro mundo, el cual ellos quieren cancelar por todos los medios del encierro. Su adversario es también nuestro adversario: es el Enemigo de la raza humana, El quien es «un asesino desde el principio» (Jn 8:44).
A su alrededor se reúnen con fe y coraje aquellos que lo consideran la guarnición final contra la dictadura mundial. La alternativa es votar por una persona que está manipulada por el estado profundo, gravemente comprometida por escándalos y corrupción, que hará a los Estados Unidos lo que Jorge Mario Bergoglio está haciendo a la Iglesia, el Primer Ministro Conte a Italia, el Presidente Macron a Francia, el Primer Ministro Sanchez a España, y más. La naturaleza de chantaje de Joe Biden – al igual que la de los prelados del «círculo mágico» del Vaticano – lo expondrá para ser usado inescrupulosamente, permitiendo a poderes ilegítimos tanto en política doméstica así como también en balances internacionales. Es obvio que aquellos que lo manipulan ya tienen a alguien peor que él listo, con quien lo reemplazarán tan pronto como se presente la oportunidad.
Y aún así, en medio de esa desolada imagen, de ese aparentemente imparable avance del «Enemigo Invisible», emerge un elemento de esperanza. El adversario no sabe cómo amar, y no comprende que no es suficiente el asegurar un ingreso universal o cancelar las deudas de hipotecas para poder subyugar a las masas y convencerlos de ser marcados como ganado. Esa gente, que por mucho tiempo ha soportado los abusos de un poder tiránico y odioso, está redescubriendo que tiene un alma; está entendiendo que no está dispuesta a cambiar su libertad por la homogenización y cancelación de su identidad; está empezando a comprender el valor de los lazos familiares y sociales, de los lazos de fe y cultura que unen a la gente honesta. Ese Gran Reseteo está destinado a fallar porque aquellos que lo planearon no entienden que aún hay gente lista para tomar las calles y defender sus derechos, para proteger a sus seres queridos, para dar un futuro a sus hijos y nietos. La nivelación inhumana del proyecto globalista se destrozará miserablemente en el rostro de la oposición firme y con coraje de los hijos de la Luz. El enemigo tiene a Satán de su lado, El quién solo sabe cómo odiar. Pero de nuestro lado, tenemos al Señor Todopoderoso, el Dios de los ejércitos arreglados para la batalla, y la Más Santa Virgen, quien aplastará la cabeza de la antigua Serpiente. «Si Dios está con nosotros, ¿quién puede estar en contra nuestra?» (Rom 8:31).
Sr. Presidente, usted está muy consciente que, en esta hora crucial, los Estados Unidos de América son considerados el muro defensor contra el cual la guerra declarada por los defensores del globalismo ha sido desatada. Ponga su confianza en el Señor, reforzada por las palabras del Apóstol Pablo: «Puedo hacer todas la cosas en El, quien me fortalece» (Fil 4:13). El ser un instrumento de la Divina Providencia es una gran responsabilidad, por lo cual usted recibirá todas las gracias de estado que necesita, ya que están siendo fervientemente imploradas para usted, por mucha gente que lo apoya con sus oraciones.
Con esa esperanza celestial y la seguridad de mis oraciones por usted, por la Primera Dama, y por sus colaboradores, con todo mi corazón le envío mi bendición.
¡Dios bendiga a los Estados Unidos de América!”
+Carlo Maria Vigano Título Arzobispo de Ulpiana Ex Nuncio Apostólico para los Estados Unidos de América.
La diócesis de Mar del Plata, a cargo del obispo Gabriel Mestre, ha replicado una transmisión digital el 26 y el 27 de octubre, Youtube mediante, de una actividad de la Pastoral Nacional a cargo de Monseñor Lugones (Obispo de Lomas de Zamora). Los invitados a disertar son Cecilia Todesca (Vice jefa de Gabinete de la Nación), Emilio Pérsico (Movimiento Evita), Martín Lousteau (senador nacional de Juntos por el Cambio) y los ampliamente conocidos Michele Bachelet, Dilma Rousself, Tabaré Vázquez y Ernesto Samper, entre otros. El lema de la actividad reza “Recomenzar la Argentina y la Patria Grande”.
Exhibiremos un repaso de los antecedentes de los ponentes invitados para recomenzar nuestro país. Sin ánimo de ser exhaustivos:
Cecilia Todesca (Vice jefa de Gabinete de la Nación):
Mano derecha del gobierno de Alberto Fernández, activo promotor de la despenalización y la legalización del aborto.
Sostuvo recientemente sobre el proyecto de ley del aborto: “Está listo y podría ser enviado al Congreso cuando nos parezca”
Los siguientes curriculums pertenecen a los ex presidentes de las naciones; todos ellos forman parte del Foro de San Pablo, por lo que reproducimos algunos fragmentos clave del documento matriz del Foro:
“El triunfo rotundo del FSLN en Nicaragua en noviembre del 2016, y la victoria del compañero Lenin Moreno en Ecuador, deben alentar a las fuerzas de izquierda para reflexionar sobre el modelo que debemos impulsar en cada uno de nuestros países con las particularidades propias. Las estrategias implementadas por el Frente Sandinista en Nicaragua, el PSUV en Venezuela, la Alianza País en Ecuador, el Movimiento Al Socialismo en Bolivia, y las particularidades del proceso de acumulación histórica y la consolidación del Frente Amplio de Uruguay, deben ser estudiadas y compartidas con los miembros del Foro, no como una receta sino como un ejemplo de construcción de un modelo transformador en el cual se tiene definido con claridad el sujeto de la transformación y los instrumentos de acción que permiten ir avanzando, accediendo, defendiendo y manteniendo el control de las instituciones”[2].
El llamado Papa Noel Soviético, que pasó a la historia por vetar no la ley del aborto sino un artículo de esa ley que –a juicio del Padre Sanahuja– continuaba siendo contraria al Orden Natural[3].
Integrante del Foro de San Pablo
Primer presidente de izquierda en muchos años de Uruguay
Ernesto Samper (ex presidente de Colombia):
Integrante del Foro de San Pablo
Su candidatura presidencial para 1994-1998 fue financiada con dinero proveniente del narcotráfico, como surgió de los procesos judiciales respectivos (el llamado Proceso Ocho Mil) [4].
Estos son los invitados por la Pastoral Nacional, de la cual el obispo de Mar del Plata -Gabriel Mestre- se hace eco a fin de enseñarnos cómo recomenzar la Argentina. Muchas gracias, excelencia. Muchas gracias Monseñor Lugones, Obispo de Lomas de Zamora, responsable de la Pastoral Nacional.
Este artículo se enfoca en lo que viene sufriendo la nación Argentina a lo largo de más de 100 días de cuarentena, una de las más largas del mundo.
No hay ninguna duda: mientras se investiga sobre el tema político y científico en torno a “la pandemia”, más grietas se le ven al “discurso oficial” que hoy configura lo que podemos llamar el discurso de Lo Sanitariamente Correcto. Hoy es Sanitariamente Correcto usar barbijo, guardar distanciamiento social, alardear con que se lo cumple, y llenarse la boca con que “todo ha cambiado” y que ahora debemos ingresar en una ‘nueva normalidad’. Sin embargo, tan pronto se aplique el razonamiento y la lógica, las fisuras no tardan en aparecer.
Las resonantes declaraciones de GGG y Pedro Cahn (Fundación Huésped)
Ginés González García es el Ministro de Salud de la Nación; ante el resto del mundo, es la palabra oficial de la Argentina en términos de Medicina y Salud. Se trata del mismo individuo que hace unas semanas sostuvo que la gripe es “mucho peor” que el coronavirus, “acá y en cualquier lugar del mundo”.[1]
La cuarentena, como sabemos, se dispuso el 20 de marzo. Apenas 7 días después, Pedro Cahn –entrevistado por el medio ultraoficialista y ultrakirchnerista C5N–, a la pregunta por si el barbijo sirve, respondió: “el barbijo sirve para las personas que tienen síntomas”[2]. Pedro Cahn encabeza a la famosa Fundación Huésped, “socio colaborador” de la IPPF[3].
Minutos después, le vuelven a preguntar al respecto: “Estamos viendo las imágenes de la policía que usa barbijos y usa guantes. ¿En esos casos está bien, en esos casos también tendría que dejar de utilizarse?”
¿Qué responde Pedro Cahn?
“En mi opinión, no está bien que usen guantes y barbijo. No hace falta. Pero, lo que pasa es que a veces pasa que la gente que está mucho tiempo en la calle, mucho tiempo en esta situación, digamos, laboral, plantea exigencias que entiendo que a veces los superiores, bueno, dicen: “Bueno, le damos barbijo para que no se arme lío”. Pero la verdad es que no hay ningún motivo. Además, quiero decir una cosa: si alguno de ustedes tuvo puesto un barbijo alguna vez, sabrá que al cabo de un par de horas se empieza a humedecer y deja de ser protector. Es decir, yo creo que estoy protegido porque tengo barbijo pero como mi turno es de 8 horas de trabajo y llevo puesto el mismo barbijo, al cabo de 3-4 horas, ese barbijo no me sirve para nada. Y yo creo que estoy protegido y no lo estoy. Es contraproducente”[4].
Finalmente, el mismo Cahn sostiene: “La gente tiene miedo. Tiene miedo porque muchas veces se intoxica con la información”. Y luego remata:
“Los canales de noticias (…) tienen que ser más reflexivos a la hora de pasar las noticias. No es bueno que estén mostrando ataúdes, por ejemplo, con una música semi fúnebre de fondo mientras hablando coronavirus. Porque la mayoría de los pacientes de coronavirus se recupera, la mayoría no se muere. Pero estar todo el tiempo, 24 hs. x 7 días hablando del coronavirus, hablando de las muertes, hablando de la cantidad de casos; me parece que llega un punto en el cual eso genera mucho miedo en la población y hace que la gente haga cosas irracionales…”.
Y finalmente: “Es la minoría de la población la que realmente tiene una situación trágica. Le cuento los números: 80% de las personas que presentan coronavirus van a tener un cuadro mínimo, de mínimo a medianamente molesto, que puede ser una gripe, que sí, te da fiebre, te da dolor de garganta, dolor muscular, te va a voltear un poco, te va a dar tos. Vas a tener que quedarte en cama, ventilar bien los ambientes, tomar mucho líquido, bajar la fiebre con un antitérmico y no vas a necesitar nada más y te vas a recuperar. Un 15% de las personas, a su vez, van a desarrollar cuadros de neumonía que van a requerir una atención más cercana; y un 5% van a tener las formas graves, que requieren atención en terapia intensiva y algunos de ellos van a respirador y algunos de ellos son los que pueden tener un desenlace fatal, que en su gran mayoría son personas de más de 50 años o de más de 60”[5].
Lo dice el propio Cahn con todas las letras. Un médico infectólogo que responde a una Fundación, Huésped, que ha estrechado lazos con el oficialismo. Consecuencia: la cuarentena que se impuso represivamente –bajo responsabilidad del Ejecutivo y tomando a la Policía y a la Gendarmería como instrumento– fue absolutamente excesiva y desproporcionada.
UNICEF y la cuarentena en los países menos desarrollados.
Como cuenta Telegraph en un artículo publicado el 13 de mayo[6], UNICEF publicó un artículo en el que afirma que la cuarentena podría ser más dañosa para los países no desarrollados que la circulación del coronavirus.
“Unicef advierte que el bloqueo podría matar a más de Covid-19, ya que el modelo predice 1.2 millones de muertes infantiles. Los ‘encierros indiscriminados’ son una forma ineficaz de controlar Covid y podrían contribuir a un aumento del 45% en la mortalidad infantil”.
Como sabemos, UNICEF es una dependencia de la ONU al igual que la misma OMS. Con este artículo, ya se estaban atajando. Si los mandatarios de los países, si Alberto Fernández aplica una estricta cuarentena, ellos “ya te avisaron” en mayo que esto podría ser contraproducente. Y con eso se cubren.
“El discurso hay que masticarlo pero no se traga” (Mafalda)
Todos lo vieron: mientras el Presidente Alberto Fernández no usaba barbijo (le advirtieron de las críticas y comenzó a usarlo casi incondicionalmente en las últimas semanas) la Policía era implacable con los civiles. El mandatario se sacaba selfies, en alegre montón, sin importante las aglomeraciones cuando se trataba de adictos a su política. Hace muy poco se sacó otra foto junto con Moyano, luego de un asado[7]. Eso sí: “El gran problema que tenemos son las reuniones sociales”, decía el Presidente a mitad del mes. Muchas marchas y manifestaciones no fueron cuestionadas públicamente por ningún alfil del gobierno, a pesar de todas ellas rompían la cuarentena y de que estábamos “en pandemia”. La marcha del 17 de agosto, en cambio, fue descuartizada por varios integrantes del oficialismo y por el propio Presidente, quien llegó a decir: “Ahí tienen a los anticuarentena que aparecen muertos”. Página/12, un medio claramente oficialista, tituló La marcha de los contagios. Sin embargo, ayer nomás, integrantes de grupos de izquierda marcharon en varios lugares del país[8] en una manifestación “contra el maltrato animal”. Estas manifestaciones no han recibido repudio alguno por el momento. Tampoco hubo ningún repudio oficial cuando ciertos matones, que respondían al líder sindicalista Hugo Moyano, amenazaron a las personas de los galpones de Mercado Libre, durante la cuarentena[9]. Parece que hay aglomeraciones públicas donde el virus contagia más que en otras. Eso sí: mientras otras marchas no se cuestionan, en San Luis los asistentes a las misas fueron detenidos por la policía, como denunciara el escritor Tomás González Pondal[10].
Está visto que los integrantes de la policía no guardan el distanciamiento social, incluso cuando patrullan para cuidar que se cumpla el distanciamiento social. Demoran y le labran un acta a la población por “violación de la cuarentena” sin guardar distancia, en el preciso momento en que actúan como defensores de las medidas sanitarias.
En todo el país, y por lo menos desde junio, la gente sale por la calle a pasear cuando “el paseo” no fue catalogado como ‘actividad esencial’. La gente sale igual. Llevan barbijo, muchos debajo de la nariz, otros a la altura del mentón. Otros directamente a cara descubierta.
Botones de muestra: La policía, como no tiene nada mejor que hacer, dispersa a cuatro adolescentes que estaban peloteando en el corredor aeróbico de Bella Vista, en San Miguel. Una pareja de novios, próximos a casarse, fue empujada a retirarse de una plaza mientras estaban tomando un café con leche con medialunas.
Manipulación periodística, terror, pánico y cifras infladas
La gente sólo acepta pasivamente que le recorten sus libertades si tiene algún tipo de justificación racional.
A mayor alarma mediática, más miedo. A mayor miedo, más dispuesta está la población a aceptar que le recorten sus libertades. La alarma se construye no sólo con la repetición ad nauseam de muertos e infectados en el exterior y en la Argentina, sino también con la falsificación de los números. La estadística hoy es el arte de mentir con exactitud.
Es insólito que tengamos que pagarle 500 pesos por día a la persona para que vaya a pasar un resfrío a Tecnópolis. Pero es lo que dictó el propio Gobernador de la provincia de Buenos Aires, Axel Kicillof.[11]
Cuarentena cruel
Los ancianos y enfermos mueren sin compañía: pasamos de castaño a oscuro. Los últimos momentos de las personas fueron pisoteados por una cuarentena basada en estadísticas sesgadas, en engaños y en la percepción del miedo. Así, fue lamentablemente muy conocida en nuestro país la historia de Pablo Musse, quien condujo más de 1000 kilómetros para visitar a su hija Solange en Córdoba, y a quien –por culpa de policías que cumplían absurdas órdenes de un absurdo gobernador– le fue bloqueado el acceso. Solange falleció por el cáncer, con tan sólo 35 años, sin poder despedirse de su padre.
Cuarentena criminal
Mientras todo el oficialismo –sea nacional o de la Ciudad de Buenos Aires– presionaba a los integrantes de la Policía y la Gendarmería para que ellos hagan cumplir la cuarentena, confinando a la población “para salvar su vida”, CABA (con la responsabilidad de Horacio Rodríguez Larreta) y NACIÓN (Alberto Fernández a la cabeza) hacían de las suyas.
Con una resolución ministerial del 29 de abril, Kicillof le compraba al Laboratorio Industrial Farmacéutico Sociedad del Estado (Santa Fe) una suma de 80 mil unidades de misoprostol, por más de 15 millones de pesos. El 9 de junio, señalaba Mónica del Río desde NOTIVIDA, Ginés González “Genocida” abría una nueva contratación para comprar 192 mil unidades de misoprostol, invirtiendo 45 millones de pesos en el asesinato de argentinos.
Por su lado, Larreta operaba para adherir al protocolo de aborto del Ministerio de Salud de la Nación a comienzos de junio. Agentes de los partidos de izquierda y socialistas propusieron, y por supuesto Larreta terminó ratificando su adhesión al protocolo genocida. Recordemos que en base al anterior protocolo, en CABA se ejecutaron 8388 abortos a lo largo del año 2019.
Eso no fue todo. A mediados del mismo mes, como informó el boletín NOTIVIDA[12], la Ciudad de Buenos Aires compró –en la primera mitad del año, cuarentena incluida– más de 100 mil comprimidos de misoprostol. Se trató del mismo Larreta que, para justificar el encarcelamiento de la gente que no tenido la suerte de ser designada “esencial”, sostuvo: “Nuestro criterio siempre es poner delante el cuidado de la gente”[13]. Se gastaron 26 millones de pesos en comprar misoprostol para matar gente. No era la primera vez que CABA invertía en elementos para el genocidio: ya se había comprado más de 15 mil unidades de misoprostol en septiembre del año pasado. ¿A quién le compra siempre Larreta? Al Laboratorio Domínguez, propiedad del empresario Mario Domínguez. También el gobierno nacional le compra al mismo laboratorio, como informó NOTIVIDA en su boletín n° 1200, el 19 de junio.
Alberto Fernández dijo, de entrada, y como justificación, que implementaba una estricta cuarentena “para salvar vidas”. Pero el misoprostol provoca abortos farmacológicos, y esas vidas a él no le importan. Cree que rezando frente a la imagen del Cura Brochero aplaca a los católicos. Cree que recibiendo la Sagrada Comunión todos nosotros “nos olvidamos” de que es un cínico abortero con poder. ¿Pensará el Alberto que somos imbéciles? ¿Es tanta la distorsión de la realidad que padece el que está en el Sillón de Rivadavia?
Alberto Fernández dijo que todo esto era “para salvar vidas”. Pero ya a comienzos de la cuarentena –no nos olvidemos– le hizo un guiño al Poder Judicial para que los jueces zaffaronianos, con pretexto sanitario, liberaran a homicidas y violadores de las cárceles[14].
Alberto dice que “estamos salvando vidas”. Pero si los centros de salud –por orden del poder ejecutivo– le dan prioridad y aún exclusividad al coronavirus, la gente se ve resentida en su salud o incluso también morir al verse desatendidas otras dolencias y enfermedades. Ya sea por temor al contagio, ya sea porque las obras sociales y los hospitales públicos rechazan atención odontológica, cirugías con prótesis se han visto demoradas, y los pacientes con diabetes podrían hasta perder hasta una pierna, por ejemplo, gracias a esta demora. Las consultas en general caen, se posponen los estudios y se suspenden tratamientos. La situación es un desastre. De ahí que en un trabajo conjunto –producido por integrantes de la Sociedad Argentina de Cardiología (SAC), la Federación Argentina de Cardiología (FAC) y el Colegio Argentino de Cardioangiólogos Intervencionistas (CACI)– se sostenga que, de mantenerse la actual situación de subatención hasta octubre, podría haber en el país entre 6.000 y 9.000 muertes adicionales por afecciones cardiovasculares[15]. En entrevista a Clarín, Oscar Mendiz –integrante de la Fundación Favaloro– lo dijo con todas las letras:
“El mensaje desde el Gobierno hay que clarificarlo un poco más. Está bien quedarse en casa, pero si [el paciente] tiene que ir al hospital por un dolor de pecho, no puede faltar. Porque, si no, se va quedar en su casa y se va morir infartado”[16].
Y para que quede claro que el gobierno y la oposición son lo mismo, Larreta se adhería desde la Ciudad de Buenos Aires al protocolo nacional en materia de abortos. Pueden discutir cuestiones menores, si gradualismo o shock en la economía, si a Nisman lo mataron o se suicidó, si Maldonado se ahogó, etc. Pero en abortar argentinos, están completamente de acuerdo tanto el oficialismo kirchnerista como el oficialismo macrista.
Cuarentena, destructora del bien económico
Las empresas reducen su magnitud de trabajo. Consecuencia: la economía –ya bastante golpeada y consumida por pésimas administraciones– se resiente aún más. Al principio, se reducen los sueldos para no despedir personal. Finalmente, se acaba cerrando puestos de trabajo. Desempleo. Familias sin más ingresos. Se frustran los estudios. Se paraliza la economía. Cierran empresas. Quiebra las PYMES. Miles de ellas se vinieron a pique en la cuarentena de Alberto Fernández; el mismo presidente que nos iba a llenar la heladera a la clase media argentina.
La Cuarentena dilapidó nuestra soberanía política
Pero, ¿es la cuarentena de Alberto o es la cuarentena de la OMS? Recordemos que la OMS es el brazo de la Organización de las Naciones Unidas (ONU). Entonces, ¿quién manda? Esa es la pregunta. ¿Manda Alberto? ¿Quizás Cristina Kirchner? ¿Manda Cristina en la política micro, y la ONU en la política macro?
Recientemente Eduardo Peralta reveló el origen de la principal financiación que recibe la OMS. ¿Quién es ese financista? No es otro que Bill Gates.
Para evitar acusaciones fáciles y juicios temerarios sobre la figura de Bill Gates, reproduzcamos simplemente sus propias palabras:
Esta ecuación tiene cuatro factores. Así que tienes una cosa a la izquierda, CO2, que quieres que llegue a cero, y estará basada en la cantidad de personas, los servicios que cada persona utiliza en promedio, la energía en promedio para cada servicio, y el CO2 emitido por cada unidad de energía. Entonces, miremos cada uno y veamos cómo los podemos bajar hasta cero. Probablemente alguno de estos números tendrá que acercarse mucho a cero. Ahora, a regresar al álgebra de la secundaria (risas del público), pero peguemos una ojeada. Primero, tenemos la población. El mundo tiene actualmente 6800 millones de personas y está en camino para llegar a 9000 millones. Ahora, si hacemos un gran trabajo en nuevas vacunas, cuidados de salud, y servicios de salud reproductiva, podríamos disminuir esa cifra, quizás, 10 o 15%…[17]
La vacuna contra el coronavirus
Dijo claramente Roxana Bruno –Dra. en Inmunología, con dos posdoctorados– que el coronavirus se curaba sin necesidad de vacunas. La vacuna no sería necesaria.
Además de eso, tenemos múltiples indicios de que esta vacuna no fue diseñada siguiendo los protocolos al respecto.
En ese sentido, tenemos dos falsos debates: ¿vacuna de Rusia –como dice Santiago Cúneo– o vacuna de Oxford, como propone Zygman, Slim y Gates? Ninguna, señores. ¿Vacuna para ricos o para pobres?, desliza el Papa Francisco. Ninguna, señores. No caigamos en falsas dicotomías.
Hasta Página/12 reconoce que la eficacia de la vacuna no está demostrada. En el mismo artículo, se admite abiertamente que Bill Gates puso de su propio bolsillo la cifra de 750.000.000 de dólares para la producción de estas vacunas: el mismo sujeto que quiere reducir la población mundial. Leamos el artículo[18]:
AstraZeneca quiere producir la vacuna en masa antes de que se demuestre su eficacia, un paso inusual para reducir el tiempo de producción de la vacuna. Además, llegó a un acuerdo de licencias con el Instituto del Suero de India, el mayor fabricante mundial de vacunas, con el objetivo de lograr mil millones de dosis de la vacuna destinadas a países de bajos y medianos ingresos.
(…)
Aunque no hay garantía de que la vacuna funcione, la compañía aceleró su producción para acortar el cronograma de su elaboración en caso de que resulte eficaz.
(…)
Todavía no se ha podido confirmar la eficacia de la vacuna, denominada AZD1222, aunque Soriot anticipó que, probablemente, la compañía podría tener una certeza en agosto. Richard Hatchett, director ejecutivo de CEPI, admitió, por su parte, que había un “riesgo sustancial” al invertir en la fabricación de un producto que quizá no se pueda distribuir, informó The Guardian.
No lo dice la Revista Cabildo, ni Chinda Brandolino. Lo dice Página/12, usina oficialista y kirchnerista del periodismo.
Ahora bien, hagámonos las siguientes preguntas. Si la vacuna aún debe ser probada, ¿con quiénes se probaría?
Siguiente: ¿no le parece raro, estimado lector, que Bill Gates invierta millones de dólares en 400 millones de dosis, sin tener la garantía de que funcione? Parece como vender la piel de la liebre antes de cazarla. 750 de millones de dólares invertidos, ¿por si acaso funciona? ¿O quizás ya está decidido que, funcionen o no las vacunas, esas dosis se van a vender? El riesgo de una producción masiva de vacunas que no se sabe si funcionan –y dirigidas a los países de bajos y medianos ingresos– parece un negocio, y no una obra de caridad humanitaria.
Es absolutamente indignante e irresponsable fabricar y distribuir masivamente una vacuna que no ha sido probada en absoluto. Cualquier vacuna necesita por lo menos un año y medio de pruebas en animales y seres humanos para que pueda ser considerada confiable. Las vacunas han demorado 5, 10, 15 y hasta 30 años en producirse. Hace 40 años que la ciencia intenta aislar el virus del sida y, así, producir la vacuna contra el VIH.
Cuarentena: ultracomunismo y ultracapitalismo
La aplicación de esta cuarentena ha dado por resultado lo que parecía ideológicamente imposible: un totalitarismo del estado aún mayor del ya existente, junto con una mayor concentración de riquezas en cada vez menos manos. O sea, una suerte de ultracomunismo (App Cuidar, por ejemplo) combinado con un perverso ultracapitalismo, en donde –eliminadas las pequeñas y medianas empresas que le hacían competencia a las grandes– sólo subsisten las mega empresas que tienen espalda para soportar este estancamiento de la economía.
En efecto, los funcionarios del Estado –lejos de simplemente cooperar o propiciar que el sector privado cumpla de mejor manera sus fines– avasallan aún más la esfera privada de empresas, familias, colegios, clubes, instituciones, etc. App Cuidar es un síntoma elocuente: implementan el seguimiento de la gente en base a un virus que mata menos gente que una neumonía. ¿Es el coronavirus una vil excusa sanitaria como para inspeccionarnos y restringir nuestras libertades ambulatorias?
La salvación final de la Argentina
“Conoceréis la Verdad, y la Verdad os hará libres” dijo Nuestro Señor Jesucristo. Si hubiésemos hecho todo bien y aún así nos fuera mal, sería para desesperar. Pero no hicimos todo bien. Casi casi estamos tentados a decir que se ha hecho casi todo, o mucho, mal.
Séneca le dijo al tirano Nerón en su momento: “Tu poder radica en el miedo. Yo ya no tengo más miedo. Por lo tanto, tú ya no tienes más poder”. Y este tipo de mentalidad es la clave del asunto: si se supera las barreras internas, si se violentan los frenos que nos tienen atrapados, otra Argentina, otro país es posible. Pero eso sólo puede realizarse sobre la base de los datos sobriamente científicos, no del pánico. Sobre las verdades acreditadas por la ciencia, no sobre los intereses del poder. Sobre la ley moral objetiva y los principios cristianos, no sobre las mentiras de los titulares del Nuevo Orden Mundial.
Hagamos valer el poder de la palabra veraz, porque a la palabra el enemigo le teme: por eso nos censuró un video en nuestro canal de Youtube, donde hablábamos del tema. Por eso censura y viene censurando innumerables publicaciones. Porque tiene miedo evita la controversia racional, y prefiere la descalificación, la ridiculización y la agresión. Detrás del ataque intempestivo e irracional que Facebook, Google, la BBC, Página/12 y tantos otros medios realizan contra los críticos de la Cuarentena, nosotros olfateamos miedo. Tienen miedo a perder credibilidad. Tienen terror a que se sepan sus mentiras y engaños. Tienen pánico a quedar, como el Rey, desnudos. Ese pavor de ellos es el mejor indicador para nosotros: pongamos de manifiesto los absurdos y contradicciones, hagamos verdad –como decía el Padre Castellani–; con valor y generosidad seamos capaces de decir lo que es justo en un mundo lleno de injusticias, de proclamar la verdad en un mundo repleto de mentiras. Hagamos eso, y lo demás vendrá por añadidura.