Argentina a um passo de aprobar o maior genocidio universal: Meia sançao para o aborto

Argentina a um passo de aprovar

o maior genocidio universal

Meia sançao para o aborto

 

11 de dezembro de 2020,hoje o amanhecer, por 131 votos a favor e 117 em contra, Deputados aprovam projeto de lei do aborto na Argentina. Trata-se da meia  sançao de projeto que poderá ser aprobado em Senadores, o 28 de dezembro, precisamente o dia dos Santos Inocentes.

Muitas são as reflexões e comentarios sobre isso:

 

  • Uma lei de aborto gratuito foi aprobada (por qualquer motivo) e durante 9 meses de gravidez, isso é disfarçado por um texto fraudulento que supostamente permite o aborto em até 14 semanas (o que ainda seria horrível). No entanto, toda mulher pode fazer um aborto após este período apelando um conceito tão elástico como “saúde integral”. “A saúde é um conceito integral que possui três dimensões: física, mental e social, de acordo com o que é estabelecido pela OMS”. “O perigo para a saúde deve ser entendido como a possibilidade de danos à saúde. Não exige a verificação de doença e, nesse sentido, também não deve ser exigido que o perigo seja de determinada intensidade. Será suficiente, com o potencial de comprometimento da saúde, determinar o cenário como uma causa não punível com aborto. O conceito de perigo não exige a configuração do dano, mas sim a sua possível ocorrência” (Resolução 3.158 / 2019, Ministério da Saúde da Nação).
  • Os políticos argentinos usam mulheres pobres e meninas estrupadas como pretexto para o aborto, quando são responsáveis por terem levado milhões de pessoas à pobreza, também são responsáveis pelo aumento da taxa de criminalidade. A verdade, pelo contrario, é que o poder político é um instrumento dócil das organizaçoes globalistas como o FMI, o Banco Mundial, a OMS-ONU entre outros, eles não fazem isso pelas meninas estrupadas ou pelos pobres, eles fazem esso sob pressão –ou suborno- de organizaçoes internacionais. Esses políticos causaram há décadas uma verdadeira desordem social e moral em que vivemos os argentinos, e agora trazem a receita criminosa do aborto.
  • Os lideres argentinos não trabalham para eliminar as diferençs entre ricos e pobres em termos de saúde, educaçao, oportunidade de trabalho,etc.Isso só trabalha para igualar ricos e pobres quando se trata do crimen de aborto.
  • Não importa que as evidencias científicas sejam conclusivas quanto ao início da vida humana na concepção. Eles não se mportan que a Academia Nacional de Medicina afirmou que “destruir um embrião humano significa evitar o nascimento de um ser humano”. Os políticos viram as costas para a realidade cient´fica mais básica.
  • Oficiliasmo e oposição são iguais: Alberto Fernandez, Cristina Kirchner e as forzas que responderam a Mauricio Macri, junto com o Partido Radical e a ultraesquerda têm notáveis conicidências em relação ao aborto e outras questões morais. O que elles discutem são apenas minúcis administrativas quando se trata de cumprir os mandatos criminosos globalistas como poucas exceções, eles actuam como un bloco.
  • Não importa que o Código Civil Argentino (art. 19) reconheça o início da pessoa humana no concepçã Não importa que a Constitução Ncional (art.75,inc 22) incorpore tratados internacionais onde a pessoa humana é reconhecida desde a concepção. Não importa que a Argentina tenha aderido ao Pacto de San Jose de Costa Rica em 1984, que reconhece a pessoa desde sua concepção.Não importa que em 1990 a Argentina adiriu à Convenção sobre os Dereitos da Criança, que reconhece como criança “todo ser humano desde o momento da concepção até os 18 anos de idade”. Os políticos dão as costas as leis escritas…por si próprios!
  • O Estado Argentino já está forçando o aborto para mulheres de baixa renda, conforme uma denuncia recenté a que nos referimos[1].
  • A principal armadilha neste debate é aceitá-lo. Mantener o debate pelo bem do principio da liberdade de idéias já é uma primeira capitulação moral. Nós, argentinos de bem, não só denunciamos –antes o sobretudo- a própria existencia deste falso debate. Um debate de outra forma desigual e desonesto, a partir do memento em que a condiçao humana das pessoas é debatida, a pesar da rotunda evidênicia científica em contrario. O aborto não é debatido, é combatido.
  • A legalização do aborto levará a um aumento da taxa de aborto, como mostram as estadístics em todos os países, onde foi aprobado[2] tenta-se pulverizar essa práctica com os rótulos de “dereitos reprodutivvos”, “saúde pública” ou “interrupção da gravidez”, como operações de guerra lingüística. São ficções de linguagem que só tornam o feto invisível.
  • Os políticos argentinos invocaram repetidamente o arguento de que “os pises do primerio mundo legalizaram o aborto”. Esta é uma falacia argumentativa grosseira: os Estados Unidos emergiram como uma superpotencia mundial em 1945 sem legalizar o aborto, que chega a alguns de seus estados quase 30 anos depois. A Espanha na década de 1970 era uma das dez maiores economías do mundo. Mesmo dentro dos países do chamado primeiro mundo existem diferenças[3]: Alabama condena todo aborto; Giorgia, Ohio, Kentucky, Mississippi e Lousiana condenam o aborto depois de seis semanas, o que na práctica equivale à proibiçao quase total. Arizona, Arkansas e Carolina do Norrte estão retrocedendo nas políticas de aborto. O mesmo Dakota do Norte e D. do Sul. Indiana e Texas também. Estão voltando Missouri e Nebraska também. Pelo contrario, estados como California, Washigton, Nova York e Oregón estão se movendo em uma direçao pró-aborto. Isso mostra que não ha correlação entre ser um país de “primeiro mundo “ e legalizar o aborto.
  • Com esta lei, os lideres argentinos estão dando mais um passo na destruição da população deste país. Ë um verdadeiro genocidio, configurando o Estado Argentino como um estado terrorista. Se as crianças podem ser desembradas então ¿Por qué estaríamos interesados em proteger outros tipos de dereitos, como liberdade, a propriedade? Hoje os bebes estão à mercê da mulher porque ela é mais forte, amanhã tod fraco será esmagado pelo forte. Argentina esta depondo a lei como esta meia sanção criminosa.
  • Os políticos argentinos compraram as mentiras dos grupos de aborto, como a falsa cifra de meio milhão de abortos por ano. Nathanson[4] já revelou, há muito tempo, como os ativistas do aborto enflaram os números do aborto, bem como o número de mulheres mortas em aborto clandestinos.
  • O ministro da saúde da naçao chegou a afirmar que a pessoa por nascer era apenas “um fenómeno” e em um ato fracassado , ele disse: “não há duas vidas aquí como dizem alguns (…) se não fosse assim, estaríamos diante do maior genocidio universal.
  • Finalmente, a Argentina luta por sua independencia de um grupo de homens de terno e gravata que – das usinas do Poder do Dinheiro Internacional- financiam uma gangue de políticos traiçoeiros para que seja a própria liderança do país que ponha a corda no pescoço da naçao, acabando com a soberanía.
  • A meia sanção deste projeto e –se Deus permitir- sua futura aprovação configurará uma derrota plítica e moral para a Argentina, sacrificado por seus próprios líderes no altar de Moloch, a antiga divinidade negra em cujas mãos os cananeus ofereceram crianç
  • Convocamos amigos do tod o mundo para divulgar o que está acontecendo na Argentina. Precisamos de você: precisamos que você se torne um agente multiplicador dessa noticia. A maioria de nossos líderes quer legalizar esse genocidio, fazer negocios com os cadáveres de fetos abortados e colocar o país de joelhos perante a Nova Ordem Mundial. Eles só podem realizar essa massacre se desumanizarem o pessoas por nascer: é por isso que os sonografias são o terror dos abortistas.

Amigos estrangeiros: pela Argentina, pelas famílias argentinas, Ajuden-nos!

[1] Vejo reclamação da Faro Films: https://www.youtube.com/watch?v=2SCOBk3Et6I&ab_channel=FaroFilms (“El Exterminio Argentino”).
[2] Vejo https://www.infobae.com/opinion/2020/12/03/las-siete-mentiras-capitales-del-gobierno-para-justificar-su-insistencia-en-legalizar-el-aborto/ (veja mentira N°2)
[3] Vejo https://www.univision.com/noticias/salud/el-mapa-del-aborto-en-eeuu-estos-son-los-estados-que-mas-restringen-o-protegen-el-derecho-a-interrumpir-un-embarazo
[4] Vejo https://www.lanacion.com.ar/opinion/el-grito-silencioso-del-aborto-nid1687935/; e https://www.aciprensa.com/recursos/bernard-nathanson-cuando-la-mano-de-dios-alcanzo-al-rey-del-aborto-65. O famoso vídeo de Bernard Nathanson, “The Silent Scream”, pode ser visto aqui: https://www.youtube.com/watch?v=3jB06pkv17s

Argentina one step away from approving the greatest universal genocide: preliminary support for abortion

Argentina one step away from approving the greatest

universal genocide

Preliminary support for abortion

 

By Juan Carlos Monedero (h)

 

December 11, 2020:  at dawn, by a margin of 131 to 117 votes, the Chamber of Deputies approved the draft of the abortion law in Argentina. This is the preliminary support of a project that could be approved by Senators, probably on December 28, precisely the day of the Holy Innocents.

Many are the reflections and comments in this regard:

 

  1. In reality, a bill to allow abortion for any reason or cause, up to the 9 months was passed; disguised in a fraudulent text that supposedly allows abortion only up to 14 weeks (which would still be horrifying). However, every woman may have an abortion after this period claiming “danger to her “integral health””, a concept so elastic that it encompasses anything. “Health is an integral concept that has three dimensions: physical, mental and social, according to what is established by the WHO”. “The danger to health must be understood as the possibility of health damage. It does not require the verification of a disease and, in this sense, it should not be required that the danger be of a specific intensity. It will suffice with the potential for health effects to determine the setting as a cause of non-punishable by abortion. The concept of danger does not require the configuration of damage, but rather its possible occurrence” (Resolution 3158/2019, Ministry of Health of the Nation)
  2. Argentine politicians use poor women and raped girls as a pretext for legalizing abortion, when they are responsible for having led millions of people into poverty as they are also responsible for the increase in crime rates. The truth is that political power is a docile instrument of global organizations such as the IMF, the World Bank, the WHO-UN, among others. Politicians don’t do it for the raped girls or the poor, they do it under pressure -or bribery- from international organizations. These politicians caused a real social and moral disorder, decades ago, a chaos in which we, Argentines, live; and now they bring the criminal “recipe” of abortion as a solution.
  3. Argentine leaders do not work to eliminate the differences between rich and poor in terms of health, education, job opportunities, etc. They only work to equalize the rich and the poor in the crime of abortion.
  4. It does not matter that scientific evidence is conclusive regarding the beginning of human life at conception. They do not care that the National Academy of Medicine has declared that “destroying a human embryo means preventing the birth of a human being”. Politicians turn their backs on the most basic scientific reality.
  5. Officialism and opposition are the same: Alberto Fernández, Cristina Kirchner and the forces that responded to Mauricio Macri, along with the Radical Party and the far-left- wing parties have noticeable coincidences regarding their stands on abortion and other moral issues. What they discuss are just administrative minutiae: when it comes to fulfilling the criminal globalist mandates, with few exceptions, they act as a bloc.
  6. It does not matter that the Argentine Civil Code (art. 19) recognizes the beginning of human personhood at conception. It does not matter that the National Constitution (art. 75, inc. 22) incorporates international treaties, where by the human person is recognized from conception. It does not matter that Argentina has adhered to the Pact of San José de Costa Rica in 1984, which also recognizes human personhood at conception. It does not matter that in 1990 Argentina adhered to the Convention on the Rights of the Child, which recognizes the child as “every human being from the moment of conception to 18 years old”. Politicians turn their backs on laws written by themselves!
  7. The Argentine State is already forcing abortion for low-income women, as stated in a recent complaint to which we refer[1].
  8. The main trap in this debate is accepting it. Holding the debate for the sake of the principle of “freedom of thought” is already a first moral surrender. Not only do we, Argentines of goodwill, denounce the result of this first approval, but  also– and first and above all– the very existence of this false debate; an unfair and dishonest one, whereby the personhood status of embryos is debated despite the fact that  there is resounding scientific evidence proving it. Abortion is not debated, it is fought against.
  9. The legalization of abortion will lead to an increase in the abortion rate, as statistics show in all the countries where it has been legally allowed [2]. An attempt is made to spread this practice under the labels of “reproductive rights”, “public health” and “termination of pregnancy”, as operations of linguistic warfare. They are fictions of language that only make the unborn child invisible.
  10. Argentine politicians repeatedly claim that “first world countries have legalized abortion.” It is a vicious argumentative fallacy: the United States emerged as a world superpower in 1945 without having abortion legalized, which only reached some of its states almost 30 years later. Spain in the 1970s was one of the top ten economies in the world. Even within the so-called first world countries there are differences[3]: Alabama condemns all abortions; Georgia, Ohio, Kentucky, Mississippi and Louisiana condemn abortion after six weeks, which in practice amounts to almost total prohibition. Arizona, Arkansas, and North Carolina are stepping back on abortion policies. The same in North and South Dakota. Indiana, Missouri Nebraska and Texas are also retreating. Conversely, states like California, Washington, New York and Oregon are moving in a pro-abortion direction. This shows that there is no correlation between being a “first world” country and legalizing abortion.
  11. With this bill, the leaders of Argentina are taking another step into the destruction of the population of this country. It is a true genocide, designating the Argentine State as a terrorist state. If children can be dismembered, then why would we be interested in protecting other rights such as freedom, property? If babies today are at the mercy of women because they are the strongest, then tomorrow anyone considered a weak person could be also crushed by the strong. Argentina is violating the rights with this preliminary approval in Congress.
  12. Argentine politicians have bought into lies of abortion groups, such as their false figure of half a million abortions per year. Nathanson[4] already revealed, long ago, how abortion activists inflated the abortion numbers, as well as the numbers of women killed in clandestine abortions.
  13. The National Health Minister, Ginés González García, went as far as affirming that the unborn child is only “a phenomenon”. And in a Freudian slip, he said: “Some say that there are two lives in here, this is not the case (…) If it were not so we would be facing the greatest universal genocide”.
  14. Finally, Argentina is fighting for its independence against a group of men in suits and ties who –from the power plants of the International Money Power– finance a gang of treacherous politicians so that it is the country’s own leadership that puts the rope around the neck of the nation, finishing national sovereignty.
  15. The preliminary approval of this bill and -God forbid- its future approval will entail a political and moral defeat for Argentina, sacrificed by its own leaders on the Altar of Moloch, the ancient demonic divinity, in whose honor the Canaanites offered children.
  16. We call on friends from all over the world to spread the word about what is happening in Argentina. We need you: we need you to become multiplier agents of this news. Most of our leaders want to legalize this genocide, do business with the corpses of aborted fetuses and bring the country to its knees before the New World Order. They can only carry out this carnage if they dehumanize the unborn person: that is why ultrasounds are the terror of abortionists. Friends, from abroad: for Argentina, for the Argentine families, help us!
[1] To confront Faro Films complaint: https://www.youtube.com/watch?v=2SCOBk3Et6I&ab_channel=FaroFilms (“El Exterminio Argentino”).
[2] To confront https://www.infobae.com/opinion/2020/12/03/las-siete-mentiras-capitales-del-gobierno-para-justificar-su-insistencia-en-legalizar-el-aborto/ (See lie number 2)
[3] To confront https://www.univision.com/noticias/salud/el-mapa-del-aborto-en-eeuu-estos-son-los-estados-que-mas-restringen-o-protegen-el-derecho-a-interrumpir-un-embarazo
[4] To confront https://www.lanacion.com.ar/opinion/el-grito-silencioso-del-aborto-nid1687935/; y https://www.aciprensa.com/recursos/bernard-nathanson-cuando-la-mano-de-dios-alcanzo-al-rey-del-aborto-65

L’Argentina a un passo dall’approvazione del più grande genocidio universale: Approvazione parziale per l’aborto

L’Argentina a un passo dall’approvazione

del più grande genocidio universale

Approvazione parziale per l’aborto

 

A cura di Juan Carlos Monedero (h)

 

               11 dicembre 2020: Questa mattina, con 131 voti favorevoli e 117 contrari, i deputati hanno approvato il progetto di legge sull’aborto in Argentina. Questa è la mezza sanzione di un progetto che potrebbe essere approvato in Senatori, provabilmente il 28 dicembre, proprio il giorno dei Santi Innocenti.

 

               Molte sono le riflessioni e i commenti al riguardo:

 

  1. È stata approvata una legge di aborto gratuito (per qualsiasi motivo) e durante i 9 mesi di gravidanza; questo è mascherato da un testo fraudolento che presumibilmente consente l’aborto solo fino a 14 settimane (il che sarebbe comunque orribile). Tuttavia, ogni donna potrà abortire dopo questo periodo invocando pericolo della sua “salute integrale”, un concetto così elastico che rachiude qualsiasi cosa. “La salute è un concetto integrale che ha tre dimensioni: fisica, mentale e sociale, secondo quanto stabilito dall’OMS”. “Il pericolo per la salute deve essere inteso come possibilità di danno alla salute. Non richiede l’accertamento di una malattia e, in questo senso, non dovrebbe essere richiesto che il pericolo sia di un’intensità specifica. Sarà sufficiente con il potenziale di effetti sulla salute per determinare l’impostazione come causa di non punibile con l’aborto. Il concetto di pericolo non richiede la configurazione del danno, ma piuttosto la sua possibile insorgenza “(Delibera 3158/2019, Ministero della Salute della Nazione)
  2. I politici argentini usano le donne povere e le ragazze violentate come pretesto per abortire, quando sono responsabili di aver portato milioni di persone nella povertà in quanto responsabili anche dell’aumento del tasso di criminalità. La verità, per il contrario, è che il potere politico è uno strumento docile di organizzazioni globaliste come l’FMI, la Banca Mondiale, l’OMS-ONU, tra gli altri. Non lo fanno per le ragazze violentate o per i poveri, lo fanno sotto la pressione – o la corruzione – delle organizzazioni internazionali. Questi politici hanno causato decenni fa un vero disordine sociale e morale in cui viviamo noi argentini, e ora portano la “ricetta” criminale per l’aborto.
  3. I leader argentini non lavorano per eliminare le differenze tra ricchi e poveri in termini di salute, istruzione, opportunità di lavoro e così via. Funziona solo per equiparare ricchi e poveri quando si tratta del crimine di aborto.
  4. Non importa che le prove scientifiche siano schiaccianti riguardo all’inizio della vita umana al momento del concepimento. A loro non importa che l’Accademia Nazionale di Medicina abbia dichiarato che “distruggere un embrione umano significa impedire la nascita di un essere umano”. I politici voltano le spalle alla realtà scientifica più basilare.
  5. L’ufficialismo e l’opposizione sono la stessa cosa: Alberto Fernández, Cristina Kirchner e le forze che hanno risposto a Mauricio Macri, insieme al Partito Radicale e all’estrema sinistra hanno notevoli coincidenze sull’aborto e altre questioni morali. Ciò di cui discutono sono solo minuzie amministrative: quando si tratta di adempiere ai mandati criminali globalisti, con poche eccezioni, agiscono come un blocco.
  6. Non importa che il codice civile argentino (art. 19) riconosca l’inizio della persona umana al momento del concepimento. Non importa che la Costituzione Nazionale (art. 75, inc. 22) includa trattati internazionali in cui la persona umana è riconosciuta sin dal concepimento. Non importa che l’Argentina abbia aderito al Patto di San José de Costa Rica nel 1984, che riconosce la persona sin dal suo concepimento. Non importa che nel 1990 l’Argentina abbia aderito alla Convenzione sui diritti dell’infanzia, che riconosce come bambino “ogni essere umano dal momento del concepimento fino ai 18 anni di età”. I politici corrono le spalle alle leggi scritte … da soli!
  7. Lo Stato argentino sta già forzando l’aborto per le donne a basso reddito, come affermato in una recente denuncia a cui si fa riferimento[1].
  8. La trappola principale in questo dibattito è accettarlo. Tenere il dibattito per il principio della “libertà di idee” è già una prima capitolazione morale. Noi argentini del bene non solo denunciamo il risultato di questa mezza sanzione, denunciamo -prima e soprattutto- l’esistenza stessa di questo falso dibattito; un dibattito altrimenti ineguale e disonesto, dal momento in cui si discute la condizione umana delle persone nonostante le clamorose prove scientifiche del contrario. L’aborto non si discute, si combatte.
  9. La legalizzazione dell’aborto porterà ad un aumento del tasso di aborto, come mostrano le statistiche in tutti i paesi in cui è stato approvato[2] . Si tenta di spruzzare questa pratica con le etichette di “diritti riproduttivi”, “salute pubblica” o “interruzione della gravidanza”, come operazioni di guerra linguistica. Sono finzioni del linguaggio che rendono invisibile solo il nascituro.
  10. I politici argentini hanno ripetutamente invocato l’argomento che “i paesi del primo mondo hanno legalizzato l’aborto”. Questo è un grossolano errore argomentativo: gli Stati Uniti sono emersi come superpotenza mondiale nel 1945 senza aver legalizzato l’aborto, che ha raggiunto alcuni dei suoi stati quasi 30 anni dopo. La Spagna negli anni ’70 era una delle prime dieci economie del mondo. Anche all’interno dei cosiddetti paesi del Primo Mondo ci sono differenze[3]: l’Alabama condanna tutti gli aborti; Georgia, Ohio, Kentucky, Mississippi e Louisiana condannano l’aborto dopo sei settimane, il che in pratica equivale a un divieto quasi totale. L’Arizona, l’Arkansas e la Carolina del Nord stanno facendo marcia indietro sulle politiche sull’aborto. Lo stesso North Dakota e D. del sud. Anche l’Indiana e il Texas si stanno ritirando. Missouri e Nebraska lo stesso. Al contrario, Stati come la California, Washington, New York e l’Oregon si stanno muovendo nella direzione dell’aborto. Ciò dimostra che non c’è correlazione tra l’essere un paese del “primo mondo” e la legalizzazione dell’aborto.
  11. Con questa legge, i leader dell’Argentina stanno compiendo un altro passo nella distruzione della popolazione di questo paese. È un vero genocidio, che configura lo Stato argentino come uno stato terrorista. Se i bambini possono essere smembrati, allora perché dovremmo essere interessati a proteggere altri tipi di diritti come la libertà, la proprietà? Oggi i bambini sono in balia delle donne perché lei è più forte, domani ogni persona debole sarà schiacciata dal forte. L’Argentina denuncia la legge con questa sanzione semicriminale.
  12. I politici argentini hanno accettato le bugie dei gruppi che praticano l’aborto, come la falsa cifra di mezzo milione di aborti all’anno. Già Nathanson[4] ha rivelato, molto tempo fa, come gli attivisti per l’aborto abbiano gonfiato il numero di aborti, così come il numero di donne uccise in aborti clandestini.
  13. Il ministro della Salute della Nazione, Ginés González García, è arrivato al punto di affermare che il nascituro era solo “un fenomeno”. E in un atto fallito, ha detto: “Non ci sono due vite qui come alcuni dicono (…) Se fosse così, ci troveremmo di fronte al più grande genocidio universale”.
  14. Infine, l’Argentina sta combattendo per la sua indipendenza davanti a un gruppo di uomini in giacca e cravatta che -dalle centrali elettriche dell’International Money Power- finanziano una banda di politici infidi in modo che sia la leadership del paese a mettere la corda intorno al collo della nazione, finendo la sovranità nazionale.
  15. La mezza sanzione di questo progetto e -se Dio lo permette- la sua futura approvazione configureranno una sconfitta politica e morale per l’Argentina, sacrificata dai suoi stessi capi all’Altare di Moloch, l’antica divinità demoniaca, che in suo onore i cananei offrirono bambini.
  16. Chiediamo agli amici di tutto il mondo di spargere la voce su ciò che sta accadendo in Argentina. Abbiamo bisogno di te: abbiamo bisogno che tu diventi agente moltiplicatore di questa notizia. La maggior parte dei nostri leader vuole legalizzare questo genocidio, fare negozi con i cadaveri dei feti abortiti e mettere in ginocchio il Paese davanti al Nuovo Ordine Mondiale. Possono compiere questa carneficina solo se disumanizzano il nascituro: ecco perché le ecografie sono il terrore degli abortisti. Amici dell’estero: per l’Argentina, per le famiglie argentine, aiutateci!
[1] Cfr. Denuncia di Faro Films: https://www.youtube.com/watch?v=2SCOBk3Et6I&ab_channel=FaroFilms (“El Exterminio Argentino”).
[2] Cfr. https://www.infobae.com/opinion/2020/12/03/las-siete-mentiras-capitales-del-gobierno-para-justificar-su-insistencia-en-legalizar-el-aborto/ (vedere menzogna N°2)
[3] Cfr. https://www.univision.com/noticias/salud/el-mapa-del-aborto-en-eeuu-estos-son-los-estados-que-mas-restringen-o-protegen-el-derecho-a-interrumpir-un-embarazo
[4] Cfr. https://www.lanacion.com.ar/opinion/el-grito-silencioso-del-aborto-nid1687935/; y https://www.aciprensa.com/recursos/bernard-nathanson-cuando-la-mano-de-dios-alcanzo-al-rey-del-aborto-65 . Il famoso video di Bernard Nathanson “The Silent Scream” può essere visto qui: https://www.youtube.com/watch?v=3jB06pkv17s

Argentina a un paso de aprobar el mayor genocidio universal: media sanción para el aborto

Argentina a un paso de aprobar

el mayor genocidio universal

 

Media sanción para el aborto

 

Por Juan Carlos Monedero (h)

 

11 de diciembre del 2020: a la madrugada, por 131 votos a favor y 117 en contra, la Cámara de Diputados aprobó el proyecto de la ley del aborto en la Argentina. Se trata de la media sanción de un proyecto que podría llegar a aprobarse en Senadores, probablemente el 28 de diciembre, precisamente el día de los Santos Inocentes.

Muchas son las reflexiones y comentarios al respecto:

 

  1. Se aprobó una ley de aborto libre (por cualquier motivo) y durante los 9 meses de embarazo; esto se disfraza mediante un texto fraudulento que supuestamente habilita el aborto sólo hasta las 14 semanas (lo que igual sería espantoso). Sin embargo, toda mujer podrá abortar luego de este plazo invocando peligro para su “salud integral”, un concepto tan elástico que abarca cualquier cosa. “La salud es un concepto integral que tiene tres dimensiones: física, mental y social, de acuerdo a lo establecido por la OMS”. “El peligro para la salud debe ser entendido como la posibilidadde afectación de la salud. No requiere la constatación de una enfermedad y, en este sentido, no debe exigirse tampoco que el peligro sea de una intensidad determinada. Bastará con la potencialidad de afectación de la salud para determinar el encuadre como causal de no punibilidad para el aborto. El concepto de peligro no exige la configuración de un daño, sino su posible ocurrencia” (Resolución 3158/2019, Ministerio de Salud de la Nación)
  2. Los políticos argentinos utilizan como pretexto del aborto a la mujer pobre y a las niñas violadas, cuando son ellos los responsables de haber llevado a millones de personas a la pobreza como también son ellos responsables del aumento en el índice del delito. La verdad, por el contrario, es que el Poder Político es dócil instrumento de organismos globalistas como el FMI, el Banco Mundial, la OMS-ONU, entre otros. No lo hacen por las niñas violadas o por las pobres, lo hacen bajo la presión –o el soborno– de los organismos internacionales. Estos políticos provocaron hace décadas un auténtico desmadre social y moral en el que los argentinos vivimos, y ahora traen “la receta” criminal del aborto.
  3. Los mandatarios argentinos no trabajan para eliminar las diferencias entre ricos y pobres en cuanto a salud, educación, posibilidades laborales, etc. Sólo se trabaja para igualar ricos y pobres en cuando al crimen del aborto.
  4. No importa que la evidencia científica sea contundente en cuanto al inicio de la vida humana en la concepción. No les importa que la Academia Nacional de Medicina haya declarado que destruir a un embrión humano significa impedir el nacimiento de un ser humano”. Los políticos se manejan de espaldas a la realidad científica más elemental.
  5. Oficialismo y oposición son lo mismo: Alberto Fernández, Cristina Kirchner y las fuerzas que respondieron a Mauricio Macri, junto con el Partido Radical y la ultraizquierda tienen notables coincidencias en cuanto al aborto y otros temas morales. Lo que discuten son apenas minucias administrativas: a la hora de cumplir los criminales mandatos globalistas, salvo excepciones, actúan en bloque.
  6. No importa que el Código Civil argentino (art. 19) reconozca el comienzo de la persona humana en la concepción. No importa que la Constitución Nacional (art. 75, inc. 22) incorpore tratados internacionales donde se reconoce a la persona humana desde la concepción. No importa que la Argentina se haya adherido en 1984 al Pacto de San José de Costa Rica, que reconoce a la persona desde su concepción. No importa que en 1990 la Argentina se haya adherido a la Convención sobre los Derechos del Niño, que reconoce como niño a “todo ser humano desde el momento de su concepción y hasta los 18 años de edad”. Los políticos se manejan de espaldas a las leyes escritas… ¡por ellos mismos!
  7. El Estado Argentino ya está forzando el aborto para las mujeres de bajos recursos, como lo relata una reciente denuncia a la cual remitimos[1].
  8. La principal trampa en este debate es aceptarlo. Celebrar el debate en aras del principio de “libertad de ideas” es ya una primera claudicación moral. Los argentinos de bien no sólo denunciamos el resultado de esta media sanción, denunciamos –antes y sobre todo– la misma existencia de este falso debate; un debate por lo demás desigual y deshonesto, desde el momento en que se polemiza la condición humana de personas a pesar de la rotunda evidencia científica en contra. El aborto no se debate, se combate.
  9. La legalización del aborto producirá un aumento en la tasa de abortos, tal como las estadísticas lo demuestran en todos los países en que se ha aprobado[2]. Se intenta rociar esta práctica con los rótulos de “derechos reproductivos”, “salud pública” o “interrupción del embarazo”, como operaciones de guerra lingüística. Son ficciones del lenguaje que sólo invisibilizan al niño por nacer.
  10. Los políticos argentinos invocaron en numerosas ocasiones el argumento de que “los países del primer mundo han legalizado el aborto”. Se trata de una grosera falacia argumentativa: Estados Unidos emerge como superpotencia mundial en 1945 sin tener legalizado el aborto, el cual llega a algunos de sus estados casi 30 años después. España en los años 70’ estaba dentro de las primeras diez economías del orbe. Incluso dentro de países del llamado Primer Mundo hay diferencias[3]: Alabama condena todo aborto; Georgia, Ohio, Kentucky, Misisipi y Luisana condenan el aborto a partir de las seis semanas, lo que en la práctica equivale a la casi prohibición total. Arizona, Arkansas y Carolina del Norte están en retroceso en cuanto a políticas aborto. Lo mismo Dakota del Norte y D. del Sur. Indiana y Texas también está retrocediendo. Missouri y Nebraska lo mismo. Por el contrario, estados como California, Washington, Nueva York y Oregón avanzan en sentido pro aborto. Esto demuestra que no hay correlación entre ser un país “del primer mundo” y legalizar el aborto.
  11. Con esta ley, los mandatarios de la Argentina están dando un paso más en la destrucción de la población de este país. Se trata de un auténtico genocidio, configurándose el Estado Argentino como un estado terrorista. Si los niños pueden descuartizarse, entonces ¿por qué nos interesaría proteger otro tipo de derechos tales como la libertad, la propiedad? Hoy los bebés están a merced de la mujer porque ella es más fuerte, mañana toda persona débil podrá ser aplastada por el fuerte. Argentina está deponiendo el Derecho con esta media sanción criminal.
  12. Los políticos argentinos han comprado las mentiras de los grupos abortistas, tales como la falsa cifra del medio millón de abortos por año. Ya Nathanson[4] reveló, hace mucho tiempo, cómo los activistas del aborto inflaban las cifras de abortos, así como también las cifras de mujeres muertas en abortos clandestinos.
  13. El ministro de Salud de la Nación, Ginés González García, llegó a afirmar que la persona por nacer sólo era “un fenómeno”. Y en un acto fallido, dijo: “Acá no hay dos vidas como dicen algunos (…) Si no fuera así, estaríamos ante el mayor genocidio universal”.
  14. Finalmente, Argentina está luchando por su independencia ante un conjunto de señores de saco y corbata que –desde las usinas del Poder Internacional del Dinero– financian a una pandilla de políticos traidores para que sea la propia dirigencia del país la que ponga la soga al cuello a la nación, rematando la soberanía nacional.
  15. La media sanción de este proyecto y –si Dios lo permite– su futura aprobación configurará una derrota política y moral de la Argentina, sacrificada por sus propios dirigentes en el Altar de Moloch, la antigua divinidad demoníaca, en cuyo honor los cananeos ofrecían niños.
  16. Hacemos un llamado a los amigos de todas partes del mundo para que difundan lo que está pasando en la Argentina. Necesitamos de ustedes: necesitamos que se conviertan en agentes multiplicadores de estas noticias. La mayoría de nuestros gobernantes quiere legalizar este genocidio, hacer negocios con los cadáveres de fetos abortados y poner al país de rodillas ante el Nuevo Orden Mundial. Sólo pueden llevar a cabo esta carnicería si deshumanizan a la persona por nacer: por eso las ecografías son el terror de los aborteros. Amigos del exterior: por la Argentina, por las familias argentinas, ¡Ayúdennos!
[1] Cfr. Denuncia de Faro Films: https://www.youtube.com/watch?v=2SCOBk3Et6I&ab_channel=FaroFilms (“El Exterminio Argentino”).
[2] Cfr. https://www.infobae.com/opinion/2020/12/03/las-siete-mentiras-capitales-del-gobierno-para-justificar-su-insistencia-en-legalizar-el-aborto/ (ver mentira N°2)
[3] Cfr. https://www.univision.com/noticias/salud/el-mapa-del-aborto-en-eeuu-estos-son-los-estados-que-mas-restringen-o-protegen-el-derecho-a-interrumpir-un-embarazo
[4] Cfr. https://www.lanacion.com.ar/opinion/el-grito-silencioso-del-aborto-nid1687935/; y https://www.aciprensa.com/recursos/bernard-nathanson-cuando-la-mano-de-dios-alcanzo-al-rey-del-aborto-65 . El famoso video de Bernard Nathanson, “El grito silencioso”, puede verse aquí: https://www.youtube.com/watch?v=3jB06pkv17s

Youtube anuncia que censurará contenidos contrarios a la OMS

Youtube anuncia que censurará

contenidos contrarios a la OMS

 

Por Juan Carlos Monedero (h)

            A través del canal “Resistencia Provida Córdoba”, nos ha llegado un fragmento de la entrevista que la CNN le realizó a una CEO de Youtube[1], llamada Susan Wojcicki. Como se sabe, la OMS es una entidad que depende de la Organización de las Naciones Unidas.

Invocando la defensa de la ciencia, ahora Youtube reconoce que va a eliminar y remover de su plataforma “cualquier cosa” que sea contraria a la Organización Mundial de la Salud; de forma tal que, desde ahora, quienes denuncien por ejemplo que la OMS promueve la reducción de la natalidad a través del aborto, la anticoncepción, desalienta las familias numerosas o cualquier otro método de control de la natalidad, serán formalmente y abiertamente censurados, siendo sus publicaciones removidas, por lo que dejarán de circular libremente.

Bien resume el compatriota Eduardo Peralta, de San Juan, que la OMS “lejos de ser una entidad de ‘pura salud’ y con exclusivos fines médicos y sanitarios”, ha “promocionado, favorecido e impulsado políticas de control de la población, antinatalidad y aborto a nivel global dirigidas por la misma ONU”[2], develando que dicha entidad tiene mucho más que ver con propósitos de naturaleza geoestratégica internacional que con cuestiones reales la salud, que funcionan como pantalla.

Si todo el contenido que la OMS difundiese a través de sus portales y declaraciones fuesen falsedades y mentiras; y si la totalidad de sus conductas fuesen notoriamente inmorales, esta entidad no podría subsistir en el tiempo. Es fácil advertir, en cambio, que mejor estrategia es imitar a los mafiosos: un poco de crimen organizado por allí, un poco de beneficencia por allá. Presentar el error y la verdad, actuar bien y actuar mal, promover por allá la salud de la población y por acá el aborto, promover el bienestar por un lado y procurar la reducción poblacional por otro. Pues, como dijo el gran escritor francés Ernest Hello, la mezcla de la verdad y el error produce efectos desastrosos: Da a la verdad apariencia de error y al error apariencia de verdad. En la confusión, termina ganando la falsedad.

Por otro lado, el precitado Peralta también desliza otro dato de capital importancia: “Bill Gates y su fundación es el contribuyente privado más grande de la OMS (ha contribuido con más de 2.500 millones de dólares)” y la fuente de esta información está aquí[3]. Agrega el sanjuanino:

 

“luego de que Donald Trump ordenara retirar los fondos de los Estados Unidos dirigidos a la OMS, fue la Fundación Bill y Melinda Gates quien salió heroicamente llenar el agujero de dinero producido comprometiendo unos US$ 530 millones de dólares, casi el 10% en efectivo”[4].

 

¿Pero acaso la OMS no tiene un criterio independiente? ¿Son médicos quienes deben subordinarse al dictamen de los donantes? A estas preguntas nos responde el propio Jack Chow, ex subdirector de la OMS, quien afirma “son los donantes quienes establecen la agenda que debe seguir la OMS, en lugar de que esta obedezca a su criterio profesional”[5] (entrevista a BBC Mundo).

Mucha gente conoce quién es Bill Gates y qué piensa, pero no vendrá de más recordar su famosa charla TED[6], en la cual él mismo plantea y reconoce expresamente el objetivo de reducir la población, planteando –entre los instrumentos necesarios para este fin– las nuevas vacunas, los programas de “salud reproductiva” (eufemismo de aborto, como dijera Mons. Sanahuja).

En resumen:

  • Bill Gates quiere reducir la población mundial;
  • Bill Gates reconoce que los programas de “salud reproductiva” (aborto) y las nuevas vacunas son herramientas adecuadas para reducirla;
  • Bill Gates es el principal contribuyente privado de la OMS;
  • El ex director de la OMS admite que los donantes establecen la agenda de la OMS;
  • La OMS promueve la reducción poblacional a través del aborto y la anticoncepción;
  • Youtube censurará a quienes objeten la OMS.

 

Finalmente, no puede sorprender realmente a nadie medianamente informado el carácter criminal y engañoso de la OMS, cuyo nacimiento fue bastardo: fundada en 1948 como parte del sistema de la Organización de Naciones Unidas, vio la luz de la mano de las grandes potencias vencedoras de la II Guerra Mundial, quienes habían cometido graves crímenes de guerra contra Japón, Alemania e Italia, tales como: destrucción de la población civil (Hiroshima, Nagasaki, Hamburgo, Dresde) y violación de mujeres en masa (ingleses y estadounidenses dejaron manos libres a la URSS, y los soldados comunistas entraron en Alemania e Italia, violando miles de mujeres). Youtube, como fiel aliado del Poder Mundial, anuncia que ocultará y silenciará a quienes denuncian la verdad. Tomemos nota y preparemos la contraofensiva.

 

 

[1] Cfr. https://www.youtube.com/watch?v=flDanA3QBEg&feature=youtu.be

[2] Cfr. https://eduardoperaltablog.wordpress.com/2020/05/10/la-otra-pandemia/

[3] Cfr. https://www.bbc.com/mundo/noticias-internacional-52304822

[4] La fuente de esta afirmación es, otra vez, el siguiente link: https://www.bbc.com/mundo/noticias-internacional-52304822

[5] Cfr. https://www.bbc.com/mundo/noticias-internacional-52304822

[6] Cfr. https://www.youtube.com/watch?v=drUo-oOBC-E

¿Unirnos bajo el término “derecha”?: Respuesta contrarrevolucionaria a Agustín Laje

¿Unirnos bajo el término “derecha”?: Respuesta contrarrevolucionaria a Agustín Laje

 

Por Juan Carlos Monedero (h)

Lic. en Filosofía UNSTA

 

         En una entrevista reciente, Agustín Laje propuso que todas las personas que seamos contrarias al progresismo –hoy dominante en los medios de comunicación, en las leyes, en las cátedras universitarias– nos unifiquemos bajo el término “derecha” para mejor librar el combate.

En efecto, desde un nuevo video[1] sostuvo ciertos conceptos y propuestas en torno al lenguaje que debe utilizarse en la batalla cultural. Por habernos ocupado de estos temas en “Lenguaje, Ideología y Poder. La palabra como arma de persuasión ideológica: cultura y legislación” (ediciones 2015, 2016 y 2019), tomamos el guante que nos ofrece.

         El objetivo de Laje es reunir a una mayor cantidad de personas contrarias al progresismo (o sea: aborto, ideología de género, eutanasia, legalización de la drogas, lobby gay, etc.) bajo el mote de “derecha”, y así poder plantear una mejor batalla a esas nefastas prácticas e ideas.

Respondemos que el fin buscado conspira contra el medio elegido, y por tanto no estamos de acuerdo con esta propuesta de Agustín Laje. Pasamos a detallar.

 

El planteo de Agustín Laje: unirnos en la categoría “derecha”

El punto de apoyo de esta propuesta es una descripción que Laje hace ya al principio del video. Él retrata los distintos grupos “anti progresistas” y explica el origen de sus diferencias de una forma un tanto odiosa y hasta injusta. Según él, se trata de diferencias que califica de “menores” porque a él le parecen menores, a fin de invitarnos luego a dejarlas de lado en aras de un “objetivo común”. ¿Por qué? Porque, según sus palabras, la política sería el arte de “acercar a los similares” y no a los idénticos.

Este es el punto de partida del análisis de Laje.

Así, parecería que tener principios innegociables y buscar asociarse con quienes los sostienen, sería una búsqueda cuasi sectaria “de los idénticos”. Parecería que estos grupos convierten causas opinables en absolutas, parecería que son ellos los grandes culpables de la falta de unidad. Parecería que somos los responsables, por no unirnos, de que el enemigo avance (¡!). Parecería que deberíamos dejarnos de jorobar con diferencias teóricas y allanarnos, unificándonos bajo el paraguas del término DERECHA.

 

¿Cantidad vs. Calidad?

Laje dice que “la política es el arte de acercar a los similares y no a los idénticos”. Pero la política no es esto, no es ni una cosa ni la otra. La política se define por la búsqueda del bien común. Así lo dijo Benedicto XVI: La justicia es el objeto y, por tanto, también la medida intrínseca de toda política. La política es más que una simple técnica para determinar los ordenamientos públicos: su origen y su meta están precisamente en la justicia, y ésta es de naturaleza ética”.

Es un concepto cualitativo, y no cuantitativo. Siendo este el punto de partida de Laje, todo el resto del planteo queda fuertemente afectado por el sesgo de la premisa inicial. El abordaje está herido, desde el vamos, por una análisis cuantitativo del asunto.

Él propone y reivindica la dicotomía “derecha-izquierda”; probablemente sea cierto que la suma de todas las personas anti progresistas bajo el término DERECHA desemboque en una cantidad mayor que esas mismas fuerzas por separado. Sí. ¿Y? La cantidad no es la que dirige el mundo. Adoptar esta dicotomía traería, además, otros problemas. La disyuntiva “derecha vs. izquierda” simplifica los complejos problemas sociales, económicos y políticos. Es un esquema reduccionista, maniqueo, el cual –independientemente de su nacimiento en la sangrienta y criminal Revolución Francesa–, hoy sirve a la causa de la confusión mental. En otras palabras: sería una ventaja desde el punto de vista de la cantidad pero un salvavidas de plomo desde la calidad.

 

¿Hacernos cargo de “la derecha”?

Por otro lado, si nos llevamos de la propuesta de Agustín Laje estaríamos “haciéndonos cargo” de todo el contenido del término Derecha, indiscriminadamente. La confusión sería aún mayor.

Con “hacernos cargo” no nos referimos al contenido que el periodismo progremarxista le asigna a la palabra “derecha”. No: nos referimos al contenido que los propios derechistas reivindican. ¿Por qué tenemos que asumir como propias decisiones del Gobierno de los Estados Unidos respecto de las Guerras en el Medio Oriente? ¿Por qué tendríamos los argentinos que incorporar a Ronald Reagan o a la cínica Margaret Thatcher, a quien no le tembló el pulso para hundir al Crucero General Belgrano, aquel 2 de mayo de 1982, donde perdieron la vida 323 tripulantes argentinos? ¿Por qué debemos hacernos cargo de las decisiones de la Administración Bush y el apoyo norteamericano a Israel? ¿Por qué tenemos que hacernos cargo de las bombas atómicas en Hiroshima y Nagasaki, o la masacre de las ciudades alemanas de Hamburgo y Dresde, donde murieron decenas de civiles en una noche? ¿Por qué debemos entregarnos maniatados a la tiranía de un término en nombre del cual el Gobierno Militar, en la Argentina de 1976-1983, desfinanció las empresas nacionales, hostigó publicaciones verdaderamente patriotas como Cabildo, y entregó el capital nacional a empresas extranjeras?

¿Tenemos que hacer este “harakiri mental”, pasando por alto todo esto, porque el progresismo hoy prevalece en los medios de comunicación? Más que una propuesta, parece un chantaje: suena a como estamos perdiendo y estamos de rodillas, no les queda otra que aceptar lo que sin duda no aceptarían si estuvieran de pie.

Es un hecho que los que somos adversarios del progresismo estamos desunidos y dispersos; es un hecho que tenemos enemigos comunes, rechazos en común y pocos principios positivos compartidos. Pero el remedio no puede ser peor que la enfermedad.

Si borramos todas las denominaciones y nos quedamos con “Somos de Derecha, ¿y qué? ¿Qué problema tenés?” nos estaríamos haciendo cargo de muchas injusticias (presentes y actuales) y de muchas ideas equivocadas. No sólo personajes y hechos históricos.

Así, por ejemplo, estaríamos asumiendo (implícita o explícitamente) que la intervención del Estado es siempre nefasta, que el mercado no puede jamás ser regulado sin injusticia moral –por mencionar algunas– y asumir esto sería contrario a la Doctrina Social de la Iglesia. En la Argentina, concretamente, consideramos que sería un suicidio intelectual asumir como propias las críticas (menores, accidentales o circunstanciales) del “gorilismo de derecha” al peronismo, por ejemplo.

No se puede enfrentar el error del progresismo lesbomarxista abortero desde el error de la derecha liberal pro-norteamericana. En otras palabras, unirnos para mejor luchar contra un enemigo común pero abandonando otras verdades no es honorable. Y a la larga, ni siquiera será práctico.

 

Hablarle “al taxista”

 Laje sostiene que no podemos usar –o que, al menos, sería tonto hacerlo– un lenguaje más elevado, y que “tenemos que hablarle al taxista”; o sea, al hombre común. Esta suposición que él desliza no está comprobada: ¿de dónde saca que “la causa” de que el hombre común, el taxista como él le dice, no se suma a la lucha contra el progresismo por culpa del lenguaje con que se le habla del tema? ¿No puede haber acaso otros motivos? ¿No puede existir un conjunto de motivos? ¿Cómo saberlo? ¿Por qué dar por sentado que el problema es ese? ¿A título de qué?

Al ser una presuposición gratuita, puede ser gratuitamente rechazada.

En este punto, esta idea de bajar el lenguaje para hablarle “al taxista” hace acordar precisamente al planteo católico-progresista de los años 60’: “bajemos el lenguaje para que la gente nos entienda y retorne a la Iglesia”. Lo hicieron: bajaron el nivel del lenguaje pero la gente se siguió yendo de los templos.

Ahora bien, primero tenemos que deshacer el equívoco. ¿A qué se refiere Laje cuando dice “su lenguaje”? Si por “el lenguaje del taxista” nos referimos al sentido común, estamos de acuerdo. Pero si en cambio nos referimos a las palabras desgastadas y engañosas de los medios de comunicación, mil veces no. Esto no queda claro en la entrevista.

Ahora bien, en última instancia lo que tenemos que hacer, en realidad, no es hablarle “al taxista” en su lenguaje sino elevar al hombre. Darle la oportunidad. Darle la oportunidad de descubrir por sí mismo todas las grandes mentiras del mundo moderno, confiando en que la inteligencia del taxista ES CAPAZ de comprender; confiando que en última instancia lo mejor de ese taxista está secreta pero indudablemente hermanado con la verdad de las cosas.

No podemos subestimar al taxista. Al contrario: tenemos que elevarlo, y considerar que SÍ ESTÁ capacitado para entender cuestiones complejas, propias de las Humanidades, y que si no las conoce será por falta de tiempo pero no por falta de capacidad. Tenemos que elevar al taxista, no achatar el discurso.

 

Más problemas del término “la derecha”

En recta filosofía, el pensamiento humano se define por su relación con la verdad, no por una posición locativa.

El discernimiento político se vuelve imposible con las palabras derecha e izquierda: en efecto, es fácil cuando hablamos de Stalin y Franco. Claro: Franco está a la derecha y Stalin a la izquierda. Pero el que no es tan marxista como Stalin, está a la derecha de Stalin, aunque siga siendo marxista. ¡Esto históricamente ocurrió, señores! El que es menos derechista que Franco, está a la izquierda de Franco, aunque sea de derecha. ¡También tuvo lugar! ¿Nos damos cuenta? Son categorías que no resuelven ni aclaran, al contrario. Confunden.

En ese sentido, ¿cómo no recordar aquella frase joseantoniana, según la cual la izquierda es nefasta porque quiere cambiarlo todo, incluso lo bueno, pero la derecha tampoco es una opción válida, porque quiere dejar todo como está, incluso lo malo?

 

No queremos ser “la derecha”, queremos ser fieles a la verdad

El criterio cuantitativo que Laje propone para la formación y unificación de los sectores anti progresistas es contrario no sólo a la mentalidad metafísica –que juzga las cosas según el paradigma de verdad vs. falsedad, bien vs. mal– sino contraria… ¡al mismo Laje!

En efecto, en TODOS los debates que Laje ha librado –generalmente acompañado por Nicolás Márquez– él apela a una mentalidad muy diferente a la del video que comentamos. En este video que habla de la organización del sector antiprogresista, Laje sostiene criterios utilitaristas. Pero en sus debates invoca argumentos propios de una visión metafísica de la realidad:

  • cuestiona a la ideología de género por anticientífica;
  • cuestiona el aborto como algo inmoral;
  • señala el feminismo como una falsedad,
  • critica el lobby gay como sostenedores de mentiras, etc.

 

En suma, utiliza palabras propias de la mentalidad metafísica.

Inexplicablemente, a la hora de procurar estrategias de asociación y unificación entre quienes resistimos el progresismo, Agustín Laje muta de criterio y abraza opciones utilitaristas.

Si es verdad, como lo es, que tenemos que luchar por imponer una categoría en los debates –o al menos popularizarla–, debemos restaurar el binomio verdad-falsedad, bien-mal.

Esto es auténticamente CONTRARREVOLUCIONARIO.

Son estos los términos que deben primar en toda conversación o discusión pública: restaurar las categorías propias del hombre metafísico. Recomponer estas categorías es la tarea que debemos hacer. Por eso, el gran ideólogo marxista Mao Tsé Tung –en su ensayo Sobre la contradicción– escribió:

“Es tarea de los comunistas denunciar esta falacia de los reaccionarios y de la metafísica, divulgar la dialéctica inherente a las cosas y acelerar la transformación de las cosas, a fin de alcanzar los objetivos de la revolución”.

 

También lo dijo uno de los intelectuales y referentes del abortismo, Darío Sztajnszrajber, al defender en el 2018 la práctica infame del aborto:

“Política, no metafísica”.

 

Agustín Laje, lamentablemente, en este punto al menos está diciendo lo mismo. Sólo que Darío es un zurdo desarreglado y Agustín es un hombre higiénico de derecha. Pero veamos lo que dice Darío: según él, no sirve discutir metafísica “ya que nunca nos vamos a poner de acuerdo”. Otra: “Saquemos a la verdad de la cuestión pública, pongámosla entre paréntesis”. Pero Laje también plantea este agnosticismo al menos en el nivel de organización del movimiento para combatir la progresía; por eso nos urge a que todos los anti progresistas nos unifiquemos –dejando de lado las diferencias teóricas y de principios– por un motivo de fuerza mayor: “enfrente tenemos al marxismo, al lobby gay, al feminismo, al abortismo”, o sea, a los orcos de Tolkien.

No dudamos de que enfrente estén esos orcos repugnantes, pero preferiríamos que nos urja a procurar conocer la verdad sobre los principios y sobre los temas que generan discusión, para librar así el buen combate. No a dejar de lado los principios en pos de la unidad. Se trata de algo parecido a lo que les decían los embajadores de Estados Unidos a los países no comunistas durante la Guerra Fría: “somos diferentes pero tenemos un enemigo en común: los soviéticos. Dejemos de lado las diferencias menores frente al enemigo mayor”. ¿Recordamos cómo terminó esa historia?

Y entonces, para Laje, “hay que unirse” porque eso es lo más práctico; estar discutiendo para llegar a la verdad sería como debatir el sexo de los ángeles mientras el Titanic se hunde. Esto es lo que parece decirnos en el video.

Pero no es así. Primero, porque debatir si vamos o no aceptar todas las injusticias históricas realizadas por personajes reivindicados por la derecha –y las ideas erróneas de la derecha– no es “debatir el sexo de los ángeles”. Es ser coherentes, es procurar la verdad y la justicia.

Y en segundo lugar, tengamos presente las palabras de Gilbert K. Chesterton: lo más práctico y útil es empezar discutiendo los principios, lo más operativo es empezar por los principios. Porque las preguntas mal contestadas no se esfuman. Porque lo que se patea para adelante, termina apareciendo después y es peor. Y porque, como dejó escrito Sun Tzú, el primer factor para valorar en una guerra es “la doctrina”[2].

Por tanto, aunque la actitud contestataria de Agustín Laje –cristalizada en “Soy de Derecha, no tengo miedo a que me lo digan, me la banco”– nos guste, y nos parezca necesaria como correctivo del complejo de inferioridad frente al progresismo, lo cierto es que tenemos que reunirnos en la Verdad. No en la Derecha.

Tenemos que sentir el orgullo de poder auto-afirmarnos como hijos y fieles custodios de la verdad, y no como derechistas.

Tenemos que salir de la dialéctica izquierda-derecha, no formar parte activa y gustosa de uno de sus elementos.

 

Objeciones al planteo contrarrevolucionario

Se podrá objetar a nuestra contra-propuesta –que quiere ser contrarrevolucionaria– que luchar por hacer prevalecer la disyuntiva “verdad vs. falsedad” y “bien vs. mal” es cándida e inconducente.

Se podrá objetar también que “es muy fácil decir: nos reunimos en la Verdad”, pero puesto que la Verdad no está tan clara en todos los temas, las discusiones seguirán indefinidamente.

Respondemos diciendo que esta contra-propuesta no es más cándida que la propuesta de Agustín Laje. Pero tiene esta diferencia esencial: no es utilitarista. Está basada en una posición, si se quiere, idealista, pero que intenta ser fiel a las esencias y a todas (no algunas) de las verdades en juego. En ese sentido es superadora porque no pretende ignorar las consecuencias injustas que, en la actividad económica, acarrea la primacía del capital por sobre la dignidad humana. Es superadora porque pretende salir de la dialéctica “liberalismo vs. colectivismo”, “derecha vs. izquierda”, y resolver las injusticias que el predominio del dinero ha traído al mundo. No resolverlas con una injusticia de signo contrario –como hace el marxismo– sino con la justicia propia que debe reinar en la política, cuyo objetivo es el bien común completo.

Y en su favor, esta propuesta se encuentra también apoyada por la experiencia histórica de los fracasos que fueron producto de dejar de lado la doctrina para concentrarse en la pura cantidad. Cuando los hombres dejaron de lado la teoría para unificarse, terminaron perdiendo no sólo la teoría sino también la unidad:

 

  • Así ocurrió en 1891, cuando León XIII decidió habilitar la formación de partidos políticos de católicos. Fracturó la resistencia a la democracia masónica y laicista. ¿Logró la unidad entre los católicos? No.
  • Así también pasó con algunos documentos del Vaticano II (1962-1965), que fueron redactados en forma deliberadamente ambigua (lo reconoce el cardenal Walter Kasper[3]), buscando soluciones de compromiso verbales, porque el deseo de Pablo VI era no presentar ante el mundo a una Iglesia dividida[4]. Los textos se aprobaron así, y luego los católicos se sacaron los ojos los unos a los otros, intentado determinar el significado de esos textos. Una batalla campal que dura hasta el día de hoy. Se prefirió la unidad a las definiciones doctrinales, y se terminaron perdiendo las dos.
  • Así ocurrió también en la Argentina con el peronismo a comienzos de los 70’. La derecha peronista, el peronismo de izquierda y el peronismo sindical se unificaron en el FREJULI. Sí, ganaron las elecciones de 1973 con el 63% de los votos. Sí, ganaron con la mayor ventaja numérica de la historia argentina. Pero el gobierno fue un caos, un caos político, social y económico. La etiqueta del peronismo los había unificado pero eso dejó de servir un minuto después de ganar las elecciones presidenciales.

 

Conclusiones

 La propuesta de Agustín Laje, más allá de sus intenciones, responde a un esquema pensado en términos de poder y eficacia. Entendámonos: no está mal buscar la eficacia. Es un deber pretender ser eficaces. No está mal tener o buscar poder. Está bien buscar poder para hacer el bien, y es un deber hacer un buen uso del poder que se tiene.

Pero no a cualquier precio. No al precio de sepultar la teoría para alcanzar la unidad. Porque vamos a perder la teoría y, tarde o temprano, perderemos también la unidad. De ahí que sea un deber para todos los contrarrevolucionarios procurar la unidad en la Verdad, y no sólo hacer la cómoda: plantear reparos al planteo derechista de Agustín Laje.

Porque Laje señala algo que indudablemente es cierto: el fraccionamiento de los grupos anti progresistas. Si los que somos partidarios de la contrarrevolución no nos unimos ACTIVA Y ORGANIZADAMENTE en los ideales contrarrevolucionarios, tarde o temprano los antiprogresistas van a confluir (de buena o mala gana) hacia la derecha. Y no los podremos culpar, máxime cuando el enemigo rabiosamente progresista no deja de crecer. Será inevitable que eso pase, será lógico que eso pase y en un sentido será culpa nuestra, por la falta de unidad en el campo contrarrevolucionario. El momento de actuar es hoy.

 

Más para leer sobre el tema:

Entrevista a Juan Carlos Monedero sobre el verdadero rostro de la nueva derecha liberal. Por Carlos Quequesana

 

NOTAS AL PIÉ DE PÁGINA

[1] Cfr. https://www.youtube.com/watch?v=AxOTz08hW_4

[2] Cfr. https://www.biblioteca.org.ar/libros/656228.pdf

[3] Cfr. https://infovaticana.com/blogs/info-caotica/conversion-de-kasper-al-filo-lefebvrismo/

[4] Cfr. https://www.youtube.com/watch?v=1-oYVgTnRvs (minutos 4 y ss.)

 

 

 

 

Guerrilleros del lenguaje, corruptores de la gente

Guerrilleros del lenguaje,

corruptores de la gente

 

Deploramos al murmurador, al que habla mal de otro a sus espaldas, al que difunde versiones no confirmadas, al que revela lo privado sin necesidad pública. Pero hay otro cáncer de la sociedad que es el profesor, el periodista, el abogado, el docente cuando hablan desde un lenguaje contaminado e intoxicado por la ideología. Incluso el médico.

La pragmática es aquella rama de la lingüística que estudia el significado de las palabras, los textos, discursos y argumentaciones, en un contexto determinado, considerando sobre todo cómo los elementos extralingüísticos y “las situaciones comunicativas” determinan o influyen notoriamente sobre la interpretación de esas palabras.

Así, por ejemplo, desde la pragmática se puede analizar el efecto que –dado determinado contexto– los vocablos tienen en las personas.

Ese efecto puede ser en la mente (moviendo a quien lee o escucha a incorporar determinada afirmación) o en la conducta, moviendo al otro a realizar una acción.

Pongamos el caso de lo que pasa con la locución Muerte Digna. El impacto que tenga estas palabras en nuestros oídos será muy distinto según el contexto: si tenemos un familiar postrado muy probablemente  no sentiremos ni entenderemos las mismas cosas. Por supuesto, a pesar de todo, “muerte digna” suena mejor que “eutanasia”, y escuchar la primera opción de boca de un médico –nada menos–  es más tranquilizante para la pobre familia que hace meses, quizá años, tiene postrado a un ser querido, amigo o pariente.

“Creo en la calidad de vida y no en la extensión” puede decir el doctor, y no yerra al pronunciar esas palabras. No al menos si se las toma literalmente. En efecto, hay que tener mucha maldad para desear a alguien una muerte sin dignidad. Pero lo cierto es que, en la actualidad, hay que tener cuidado con estos “buenos deseos”, hay que filtrarlos, hacerlos pasar por un examen. Porque de lo que se trata no es sólo “de las palabras” en su comprensión literal e inmediata sino de aquello a lo que estas remiten; de lo que se trata sobre todo es de aquellas acciones a donde –por poner un ejemplo– quien pronuncia “muerte digna” nos quiere llevar.

El indicio más claro de que algo huele mal con “muerte digna” es que médicos y abogados no explican casi nunca las cosas con claridad, y apelan a frases o giros que, cual anestesias morales, simplemente consuelan a la familia –ya de por sí vulnerable ante una situación extrema– de que así será mejor para que la persona “no sufra más”. Por eso al toro hay que tomarlo por las astas mucho antes, cuando no estamos todavía en esa situación dramática, e informarnos debidamente.

Vayamos a eso, y el lector mismo podrá comparar este artículo con lo que haya oído por parte de los médicos o del abogado que le contó que hoy, por fortuna, en la Argentina existe “la muerte digna”.

Empecemos definiendo con claridad las palabras.

Provocar la muerte de una persona inocente es un asesinato, y los dolores extremos que pueda estar sufriendo –dolores que no le deseamos a nadie– no cambian esta verdad, dura como la piedra. Ahora bien, tampoco negaremos que vivir postrados por una enfermedad durante meses es algo espantoso para la persona y, sobre todo, para la familia y sus amigos. Cuando las perspectivas de recuperación son tan escasas, cuando el tiempo de internación no deja de extenderse, cuando el desgaste del cuerpo de nuestro ser querido y el impacto de la enfermedad o malestar lo resiente tanto, por la cabeza de cualquiera puede pasar el pensamiento de que Dios se lo lleve en paz y cuanto antes.

Pero por otro lado está el valor de la vida, no somos los dueños de ella, ni de la propia ni de la ajena. No podemos matar, mucho menos el médico quien expresamente juró abstenerse de utilizar su ciencia para provocar la muerte: acabar con su sufrimiento acabando con la persona no es una alternativa, dado que un fin bueno no justifica el uso de medios criminales.

Estos casos límite, sin embargo, pueden ser resueltos a la luz de otro principio –propio de la ética y, concretamente, de la ética médica– que permite vislumbrar la salida a este atolladero: el principio de la proporcionalidad. En efecto, si para alargarle la vida apenas unas semanas a mi abuelo, que ya tiene varios meses de internación, debo consentir que se le realice un tratamiento que lo hará sufrir indescriptiblemente y que arrojará una pequeña extensión de la vida, ¿no estaremos acaso fallando con los medios? El medio es muy cruento y el fin que se obtendrá es, con toda probabilidad, magro. En circunstancias así, desde la ética médica se considera lícito no procurar el sostenimiento de la vida más allá de sus posibilidades naturales que el propio cuerpo pueda ofrecer. Como consecuencia, no es obligatorio procurar el mantenimiento de la vida más allá de sostener las funciones vitales.

Pero atención: esto no es eutanasia. Porque eutanasia es matar, y matar es una acción positiva contra la vida de un individuo, es hacer algo para que muera. Ahora bien, no procurar el mantenimiento de la vida con instrumentos excesivos es una cosa; realizar una acción positiva contra la vida es otra. La primera es un “no hacer”, la segunda es un “hacer”. Cuando el médico deja a Dios ser Dios, entonces simplemente procura sostener las funciones vitales de la persona, sin lo cual moriría irremediablemente. Quitar lo vital es el equivalente a matar (porque el nexo es necesario), pero no procurar aquello que sobrepasa lo vital no es matar aunque se pueda prever un desenlace fatal que, sin ser buscado, es tolerado en atención a las circunstancias extraordinarias. Pero tampoco es eutanasia, no es un asesinato. Es dejar que la naturaleza siga su curso, luego –por supuesto– de que se hayan agotado todos los medios lícitos y proporcionadamente eficaces.

Pero a los guerrilleros del lenguaje no les importa esto.

No les importa entenderlo, ni explicarlo, ni traer a las familias la paz de la verdad en la justicia.

Actúan, y se nota, como simples repartidores de anestesias: venga, pase, y le doy gratuitamente un comprimido de retórica vacía sobre muerte digna, para que yo pueda matar a su familiar, usar la cama para otra persona y usted se vaya tranquilo a su casa creyendo que es bueno.

Cuando no explican claramente, atención, porque es muy posible que estén engañando.

El complejo drama moral que acabamos de describir es barrido de un plumazo por el uso sistemático y a-lógico de la palabra “muerte digna”. Queremos que los pacientes no sufran, queremos que mueran dignamente. Nobles palabras que pueden esconder una oscura intención: la de convertir al médico en un dios, con potestad suficiente para decidir sobre cuánto debe vivir esa madre, ese abuelo, ese joven. Con el Poder sobre la Vida y la Muerte, sustrayendo –una vez más– el fruto del Árbol de la Ciencia del Bien y del Mal.

Así, deificados ya el médico asesino y el abogado sofista, uno puede aplicar la eutanasia y quitarle la vida a una persona en estado terminal, indefensa. El abogado, por su lado, invoca el nuevo Código Civil y Comercial, etiqueta esta acción con el molde de “muerte digna” en vez de “eutanasia” para –conocedor de la pragmática– suprimir las dudas de conciencia y que no suene mal. Las películas o series de Netflix hacen el resto, y entonces tenemos un asesinato que se realiza en nombre de la misericordia. Se ha manipulado la culpa de esa hija doliente, de ese hermano que sufría por ver a su hermano en coma, y se la ha asestado el golpe mortal al enfermo. Se ha adelantado la muerte de un inocente, y las perversas racionalizaciones están a la orden del día.

Ese es el poder de la palabra cuando obedece al Reino de las Tinieblas.

Afortunadamente, la Iglesia misma definió –con autoridad infalible– que la eutanasia es un pecado mortal, y basta. Así consta en el documento Evangelium Vitae, de Juan Pablo II, n° 57 y, especialmente, en el n° 65: “de acuerdo con el Magisterio de mis Predecesores y en comunión con los Obispos de la Iglesia católica, confirmo que la eutanasia es una grave violación de la Ley de Dios, en cuanto eliminación deliberada y moralmente inaceptable de una persona humana”. Los fieles ya tienen la respuesta por adelantado, por fe en Dios –el único Infalible– pero luego deben ejercitar su razón, estudiar, para llegar a la misma conclusión pero por el laborioso camino del raciocinio. Porque lo que Dios revela a través del Magisterio de la Iglesia nunca contradice –no puede contradecir– aquellas verdades racionales.

La realidad del dolor, consecuencia del pecado, por momentos desafía ciertamente nuestra razón porque la inteligencia humana tiene por objeto el bien, el ser. Pero el pecado, el mal y en cierta medida también el dolor son un no-ser, reacios a la captación intelectual directa. Sin embargo, Nuestro Señor con su Dolor le da sentido al dolor humano. Esta es la salida a las encrucijadas en las que la falsa ciencia médica o jurídica nos ha colocado: aceptar el dolor como voluntad de Dios, y entender que éste no tiene la última palabra.

 

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Familia y Cultura frente a la manipulación del lenguaje

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Qué hay detrás de la condena al doctor Rodríguez Lastra

Qué hay detrás de la condena al doctor Rodríguez Lastra

El despotismo del fuerte sobre el débil

Veinticuatro horas después de enterarnos del veredicto del juez Álvaro Meynet contra el Dr. Leandro Rodríguez Lastra nos disponemos a escribir estas líneas, acaso para que cierta distancia con el momento nos permita un mejor balance de la situación. El destino quiso que el juicio del doctor coincidiera con otro juicio, el juicio a la Doctora y ex Presidente de la Nación. Nuestro médico pudo decir que volvería a actuar como actuó y que está convencido de su inocencia; no deja de recibir apoyo de mucha gente y esperamos que lo reciba especialmente este 25 de mayo, fecha en que se ha dispuesto una manifestación en las inmediaciones del Congreso, desde las 15 hs. También hay otro acto ya anunciado para el 8 de junio.

Nos referimos, por supuesto, al caso del médico que hoy estaría libre y sin problemas si hubiera terminado de matar al bebé.

Analizado el caso y el veredicto que encuentra a R. Lastra como responsable del delito de “incumplimiento de los deberes de funcionario público”, conviene que puntualicemos lo siguiente:

  1. Quien provocó esta situación no ha sido el Dr. Rodríguez Lastra, ha sido la propia mujer embarazada ingiriendo el misoprostol que le proporcionara una agrupación clandestina, agrupación cuyos integrantes no han sido expuestos en este juicio pero que son quienes –a través del fármaco– introducen una alteración en el curso normal de los acontecimientos. Que el embarazo sea producto de la violación no está probado. Pero aún si así fuera, quien desencadenó el tema habría sido el violador, a quien deberá caerle todo el peso de la ley, y no a Rodríguez Lastra ni mucho menos al bebé.
  2. La mujer, tomando el misoprostol, puso la condición sin la cual todos estos hechos (peligro de vida para sí misma, juicio al doctor) no se hubiesen producido. R. Lastra ayer fue declarado culpable en el contexto de una situación que no sólo no desencadenó sino que tampoco le había llegado a él en primer lugar, dado que se trataba de una derivación desde otro establecimiento.
  3. Quienes sí originaron el conflicto no dan la cara. La agrupación no se presenta a juicio, no sabemos los nombres de quienes la componen. La agrupación no tiene que dar explicaciones de por qué suministró un fármaco que puso en peligro la vida de la mujer, no es señalada como responsable de esta acción, de la cual no se habla ni se quiere hablar. La tentativa de asesinato a su hijo por parte de la madre tampoco está en el horizonte de consideración de ningún magistrado. Al contrario, el que está en el banquillo es únicamente el médico que le salvó la vida a una mujer que se expuso voluntariamente, junto con su bebé, que ya tiene 2 años, a quien el doctor también salvó de la muerte por misoprostol.
  4. La resolución 1184/2010 que sirve de respaldo a la ley 4796 de Río Negro, usada para acusar a R. Lastra, nunca fue firmada. Lo hemos desarrollado en otra parte, a la cual remitimos al interesado[1].
  5. Al igual que el fallo F.A.L., cuyas críticas no podemos desarrollar en este espacio[2], este veredicto suprime la discusión racional. Suprime la intelección básica de la realidad al pasar por alto que el aborto no es un acto médico (no cura nada) y que por tanto no puede ser “exigido” por nadie. Por lo mismo, tampoco puede ser una “obligación” de R. Lastra ni de ningún otro médico realizarlo. Además, el juez Meynet nunca considera que los médicos tienen dos pacientes al tratar con una mujer embazada. Ni una palabra del magistrado sobre el Juramento Hipocrático. No existe más el criterio médico: a partir de ahora, el doctor debe hacer sí o sí lo que el paciente pida, ¡de lo contrario “incumple sus deberes de funcionario público”!
  6. De esta forma, el juez –parapetado en una falsa ciencia jurídica, dócil a las ideologías dominantes– establece el despotismo de la voluntad del fuerte sobre el débil toda vez que nunca cuestiona el origen de todo este conflicto: la decisión de matar a un inocente, donde la madre puso la voluntad y la agrupación clandestina puso el instrumento. Las leyes, que se hicieron precisamente para proteger al débil de la injusticia del fuerte, hoy son instrumentalizadas en contra de ese noble fin. Y no sólo para con el bebé, afortunadamente ya nacido, sino también con el mismo Rodríguez Lastra, objeto de la cólera de los abortistas.
  7. En su veredicto, el juez tuerce y en definitiva pervierte el concepto de no punibilidad hasta igualarlo con el de autorización. Dice, en efecto, que: cuando el legislador despenalizó y en esa medida autorizó la práctica del aborto es el Estado como garante de la administración de la salud pública el que tiene la obligación, siempre que concurran las circunstancias que habilitan un aborto no punible, de poner a disposición de quien solicita la práctica las condiciones médicas necesarias para llevarlo adelante”. Dos gruesos errores sub-implicados en esta oración: a) Como ya dijimos, el aborto no es una práctica médica, por lo que no tiene relación con “la administración de la salud pública”. Más aún: es contrario a la salud pública. b) Despenalizar y autorizar son dos conceptos en todo diferentes. Si vamos al Código Penal, el artículo 34 establece una serie de acciones que tampoco serán penadas y que sería ridículo “autorizar”. Así, por ejemplo, el robo por parte de un menor de edad no es punible: no tiene pena. ¿Acaso el juez que condenó a R. Lastra está diciendo que el legislador “autoriza” los robos por parte de los menores de edad? Tampoco el homicidio cometido por un menor de edad es punible. ¿Está diciendo el juez que el legislador “autorizó” los asesinatos por parte de los menores de edad? En su inciso 2, el art. 34 dice que no será punible aquella persona que obrare “violentado por fuerza física irresistible o amenazas”. ¿Está diciendo el juez que obrar bajo amenazas (robar un banco, por ejemplo, para pagar el rescate de un ser querido secuestrado) está “autorizado”? Lo que está diciendo el legislador, obviamente, es que no será castigada la persona que obrare en esas condiciones, no que estos hechos sean legítimos.
  8. Es especialmente indignante que el magistrado, para condenar a R. Lastra, invoque un artículo (el 248 del Código Penal) que dispone la prisión para aquel funcionario “que dictara resoluciones u órdenes contrarias a las constituciones o leyes nacionales o provinciales”. Justamente, la ley argentina –a través del Código Penal– condena el aborto y esta ley federal es superior a la provincial; en principio, y para la inmensa mayoría de los casos, el aborto es un delito en nuestro país. Por otra parte, también la propia constitución provincial de Río Negro (art. 59) dispone: “El sistema de salud se basa en la universalidad de la cobertura, con acciones integrales de promoción, prevención, recuperación y rehabilitación. Incluye el control de los riesgos biológicos y socioambientales de todas las personas desde su concepción, para prevenir la posibilidad de enfermedad o muerte por causa que se pueda evitar”. Desde su concepción escribió el legislador, pero la abortista Milesi (la legisladora que impulsó la causa contra R. Lastra) mira para otro lado. Aplicando por tanto el art. 248 del Código, quien verdaderamente incumple con sus deberes de funcionario no es R. Lastra sino la propia Milesi, puesto que ella insiste en legitimar una práctica criminal, buscando condenar al médico que le salvó la vida a un bebé, y también a la propia madre.

 

Conclusiones

Los abortistas están que trinan, tienen bronca y odio, están furiosos de que el bebé viva, de que haya sido salvado, porque su imagen los desenmascara. Al mejor estilo mafioso, ahora quieren destruir al hombre que los puso en evidencia.

El objetivo de este veredicto es disciplinar. La condena del Dr. Rodríguez Lastra tiene que ser vista como un elemento más dentro de la gran tarea de alteración del sentido común de la sociedad; de la estupidización de la sociedad y de la provocación del absurdo en la mente de la gente. Todo está al revés, y no sólo en el tema de la vida: el policía no puede poner orden, pero el delincuente puede robar “con códigos”. Una persona se puede sentir Sergio hoy y Sergia mañana, una madre puede matar a su hijo si no lo quiere o puede “encargarlo” como si fuera una pizza, maternidad subrogada mediante. Una agrupación clandestina provoca que una mujer y su hijo estén al borde de la muerte, pero en el banquillo está el médico que les salvó la vida. Y así todo.

Hoy es R. Lastra, mañana será usted porque una injusticia dirigida a una persona es, en realidad, una promesa de amenaza para todos. Si el aborto no está mal, nada está mal, decía con impecable lógica la Madre Teresa de Calcuta. Y nosotros podemos agregar: si pueden condenar a R. Lastra por no haber ejecutado a una persona por nacer, luego de haber salvado la vida de una mujer que libremente se puso en riesgo, entonces NADIE, haga lo que haga, puede estar tranquilo. Esto nos lleva a dos y sólo dos caminos: o usted se queda en su casa amargado y temeroso, sentado y esperando que algún día lo ahorquen, o sale a librar la batalla, con lucidez y coraje, por la conquista del sentido común, la verdad y la justicia.

 

[1] https://jcmonedero.com

[2] Sobre el fallo F.A.L. de la CSJN, remitimos a los siguientes trabajos: “El fallo F.AL.: la Corte Suprema contra la Corte Suprema” en

https://apologetica-argentina.blogspot.com/2018/09/el-fallo-fal-la-corte-suprema-contra-la.html; y “El fallo F.A.L. y el aborto: Una hermenéutica jurídica contra la vida humana”, en colaboración con el Dr. Ángel J. Romero, en https://apologetica-argentina.blogspot.com/2018/06/el-fallo-fal-y-el-aborto-una.html

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